Como a trilha sonora de Start Trek Into Darkness ganhou vida

Depois do fiasco do Homem de Ferro 3 não resta dúvida que dois filmes disputarão o lugar de melhor do ano (na categoria ficção, claro): Man of Steel e Into Darkness, a segunda parte da trilogia Star Trek assinada por J.J. Abrams. Quem já foi impactado pelo preview de 5 minutos com Kirk e Spock tentando fugir de um planeta inóspito e multicolorido sabe o que estou falando. Continue reading

 

O que a campanha de DOVE esconde…

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Circulou na web essa semana uma campanha linda, linda de Dove, na qual mulheres são convidadas a descrever seus traços e, depois, pessoas que as viram apenas uma vez fazem a mesma coisa. A diferença é clara e nos mostra como nos julgamos em detrimento de como os outros enxergam, por vezes, apenas o melhor em nós. Assista:

O que eu achei mais curioso, contudo, é que Gil Zamora – artista forense do FBI – é por si só uma espécie de condutor do experimento e utilizou suas técnicas de investigador para tal. Assim, fica patente que o que ele registra são opiniões. Os desconhecidos externos sabem mais de nós do que o desconhecido interno, nós mesmos. Certo? Errado.

O que o experimento demonstra é que estamos prontos a confiar e mirar só naquilo que nos agrada nos outros. É lei de atração pura e simples, que dribla a memória e nos faz lembrar apenas de traços mais suaves. É claro que Gil tem questões diferentes para a própria pessoa (“Me diga como é a sua bochecha”) e para o convidado (“Como ela se parece?”). Objetivo x subjetivo.

Mas, sim, as mulheres são belas.

 

 

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

Este curta metragem fez sucesso em 2011, tendo sido vencedor de vários prêmios (inclusive o Oscar de melhor curta de animação), gerando até um app com um spin-off interativo. Pare 15 minutos hoje, menos do que o que você leva para ir pegar café no corredor, e entregue-se. Vai valer a pena, acredite. No poder dos livros.

“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore” é uma produção que evoca o poder que existe em dedicar sua vida a arte de contar histórias. E do que elas são capazes de retornar a você.

 

Linotype, o filme

Tecnologias revolucionam a vida de sociedades com muita rapidez. E, na mesma onda que vêm, elas somem, deixando para trás aquele rastro de tsnuami entre aqueles que a consideravam eterna. Sim, pois da mesma forma que transformam o futuro, tecnologias são o ponto alto de uma curva rumo ao esquecimento.

Poderíamos aqui trabalhar o conceito de obsolescência, e de como ela é planejada nos dias de hoje (alguém aí lembrou da última Keynote da Apple, uma das mais sem graças de todos os tempos?), mas preferi trazer este vídeo, trailer de filme de mesmo nome, indicado pelo meu amigo Cristiano Santos.

O Linotipo como é chamado aqui em nossas terras, foi uma ferramenta revolucionária: acelerou a comunicação, transformou os jornais em máquinas de notícias quebrando a barreira do tempo de produção. Você já ouviu esta história? Sim, o Linotipo foi a internet do século XIX e XX.

O filme (site oficial aqui) quer recontar a trajetória dessa máquina, considerada por Thomas Edison (bah…Tesla era melhor!) como a Oitava Maravilha do Mundo.

Vale a reflexão.

 

Infográfico sobre a Distopias na Literatura

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A rede social de leitura Goodreads preparou um infográfico bem interessante contando não só a história da Distopia na literatura como analisou o renascimento do gênero, que tem no livro “Jogos Vorazes” um de seus maiores representantes. Distopia, você sabe, é aquele estilo de narrativa onde o futuro não deu lá muito certo e, para melhorar a situação, você vive em um mundo controlado por um governo opressor.

Algo que se deve notar: livros com esta temática vão e voltam ao cenário mundial justamente quando as coisas não andam lá muito bem por aqui no mundo real. Haja visto que o final da Segunda Guerra a posterior Guerra Fria e os ataques de 11 de setembro geram picos notáveis na produção e consumo deste tipo de narrativa.

 

As 12 rainhas de Alexia Sinclair

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Detratores da arte digital, em geral, parecem reclamar constantemente sobre o uso intensivo de ferramentas de manipulação de imagem. Segundo eles, photoshops e afins tirariam a alma do registro fotográfico, relegando o trabalho do fotógrafo a um mero clicador de câmeras. A fotógrafa Alexia Sinclair chutou a bunda de todos eles, apresentando o belíssimo trabalho “The Regal Twelve”. Continue reading