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FalaFreela#14. Todo mundo bem na foto: ilustração e retoque de imagens

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Quando você recebe uma foto escura, sem foco e detonada qual é a sua reação? a) joga fora e tenta achar outra; b) começa a pensar em usar apenas texto em seu próximo layout; c) scaneia, abre o photoshop e começa a fazer sua magia. Se você respondeu letra “c”, o episódio 14 do Fala Freela foi feito pra você.

Agora se você ficou entre a “a” e ‘ “b”, aí é que você precisa ouvir mesmo o bate-papo entre o elenco fixo; Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru; e nossos convidados pra lá de especiais: Fábio Sasso, do blog Abduzeedo e Renan Lima, do Pimenta no Pão; ambos feríssimos na arte de criar e criar e retocar imagens digitais.

Fique esperto e aprenda porque a ilustração digital pode abrir portas para o mundo, quais os métodos de divulgação mais indicados para quem quer começar a ilustrar e, claro, porque políticos em época de eleição precisam sair bem na foto, os desafios da regulagem de monitores e por aí vai.

Este é mais um episódio do ciclo de profissões que busca apresentar as principais características das atividades que os freelas podem encarar.

E para você não ficar perdido entre tanta referência, destacamos:

Então vamos lá? Olho no pixel e na profundidade de cor porque agora todo mundo vai ficar bem na foto. Clique, baixem , divulguem e comentem!

 
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  • tv

    Só corrigindo o link pra download do podcast:
    http://falafreela.com.br/ep/14/FalaFreela_ep14_osilustradoresdigitais.mp3

    Falto o .mp3

  • http://www.contemconteudo.org Mauro

    Opa,

    Link refeito. Foi mal turma!

  • Pingback: Fala Freela #14 | Pimenta no Pão

  • http://atocriativo.org Gustavo Nogueira

    O conteúdo dessa série ‘Fala Freela: entrevista’ esta muito interessante e rico. Parabéns.

    Essa questão de organização de tempo é realmente o primeiro passo, Mauro. Fiquei o ultimo mês inteiro freelando como diretor de arte em tempo integral em uma agência e, mesmo assim, meu TCC foi entregue na data, com tudo OK ^^.

    Tenho uma pergunta para o Fala Freela e os nossos parceiros ilustradores. O que vocês recomendam em relação à calibragem de monitor? Estou com uma tela LCD nova e até o episódio ainda não havia pensado nisso…

    Abraço,

  • http://www.vignamaru.com.br/ Carolina Vigna-Maru

    Gustavo,
    Recomendo nada. Juro. A menos que você vá trabalhar diretamente gerando os arquivos para gráfica em prazos enlouquecedores (leia-se sem tempo de verificar provas), aí sim, investe nisso. É caro, dura pouco e não vai fazer diferença para web.
    Agora, se vc pretende ser um bureau de um homem só, entra em contato com a gráfica local e pede pros caras irem lá calibrar para vc. Comprar calibrador é coisa de empresa grande (caro pra diabos) que usa em vários monitores toda hora (eu já disse que é caro?).
    :)
    Bjs!

  • http://www.vignamaru.com.br/ Carolina Vigna-Maru

    Ah, em tempo: quando a gente está rodando muita coisa em gráfica, a própria gráfica (se for boa) te oferece a calibração. O caso que eu citei no podcast aconteceu antes disso ser um hábito das gráficas e calibração era, no máximo, coisa que a gente fazia com os pneus do carro.
    bjins.

  • http://www.meadiciona.com/renandesign Renan A. Lima

    Gustavo, sobre calibrar monitor, o calibrador custa caro, por volta de uns 800 reais, veja se vale a pena, lembrando que o monitor deve ser regulado de 15 em 15 dias, pois as luzes do monitor vao perdendo a força, e pq a iluminacao do seu ambiente tbm vai influenciar no seu trabalho.
    Sobre o monitor de LCD, infelizmente não é recomendado, onde trabalho usa-se apenas monitores CRT (tubo) os de LCD sao como de notebook, e dependendo do monitor ate os steps de degrade sao vistos.
    qlq coisa me manda email q te ajudo =]
    renan.final@gmail.com

    Abracos

  • Marcos

    Gosto muito do Fala Freela e o assunto desse podcast é muito interessante e rico, porém acho que faltou explorá-lo melhor.
    Faltou um pouco de dinâmica em relação a conversa. Falou-se muito, porém faltou aprofundar mais no assunto e quem sabe explorar um pouco mais das nuances desse tipo de trabalho.

  • http://www.contemconteudo.org Mauro

    Marcos,

    A idéia era uma passada geral mesmo, pois nossa audiência é muito variada. Mas quem sabe não montamos uma segunda parte, com um tom mais “tutorial”.

    O que será que a comunidade acha disso? Comentem abaixo.

  • http://www.meadiciona.com/renandesign Renan

    Mauro,
    Acho isso muito legal, pois teve uma galeria que falou comigo, perguntando o pq de não ter aprofundado para um lado mais tecnico o #falafreela14.
    Minha opniao =]
    Valewww

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  • http://eduribeiro.carbonmade.com Edu Ribeiro

    Caras achei muito legal vocês falarem de calibragem de monitor, tom de cores iluminação invasão de cores e tal, pois isto ainda é problema para muita gente, e pode fazer com que um investimento de tempo por parte da agência ou do Freela, ou de grana por parte do cliente sejam jogados fora. Aqui na agência trabalhames com monitores especiais e calibradores e sempre pedimos provas de cor, no entanto sempre presto atenção em todo um processo desde a origem das imagens até nos perfis de cores que são utilizados, para que não ocorra imprevistos.

  • Danniel

    De novo fizeram a recomendação equivocada dos bancos de imagem.

    Recomendo que leiam o comentário do Montalvo de Machado sobre um comentário similar ainda no episódio 4:

    http://falafreela.com.br/episodios/fala-freela3-antes-durante-e-depois-o-controle-financeiro

    (Tem que descer a página um pouco. Seria legal se tivessem links permanentes para os comentários)

    Resumidamente, o problema é que os bancos desvalorizam as imagens. Pense, se você convencesse a um monte de ilustradores e fotógrafos para praticamente dar as suas imagens, e que, toda vez que as negociassem com outros, dariam uma pequena comissão. Para você, mesmo negociando essas imagens a um valor ínfimo, miserável, ainda teria algum lucro, pois você obteve milhões de imagens de milhares de criadores, sem ter tido que criar nada, sem ter praticamente investido nada além de um site e da estrutura para fornecer essas imagens de balde aos clientes. Então o mercado se vê inundado pela oferta de imagens boas e muito baratas (sem contar ainda os “sobrinhos”), o que acaba puxando o preço de novas imagens para baixo.

    Para os próprios autores das imagens, talvez nem valesse a pena o tempo ou estrutura investidos para negociar a imagem pela mesma mixaria. Já para os bancos, como são muitas imagens, de muitos autores, com um investimento irrisório, se torna lucrativo para eles reduzir muito o valor de mercado das imagens.