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FalaFreela#30. Legalize Já!

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A questão é controversa desde a primeira versão do Windows, mas é também muito presente. Por falta de conhecimento (como no já clássico trote/ligação para o help-desk da Microsoft onde mãe e filha exigem que a estrelinha azul que avisa que a cópia de seu XP é falta seja retirada), costume ou até mesmo má intenção mesmo, pouco ou nada fazemos para regularizar a situação de nossos softwares.

Em um bate-papo sem a intenção de julgar ninguém e muito menos c#$%agar regra nenhuma, Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru buscaram apresentar respostas básicas para três questões fundamentais: O que é um programa pirata? Porque pirateamos? Como trabalhar com o máximo de programas gratuitos legais?

Confira essas e outras dicas na meia hora mais valiosa do seu dia. E use o espaço de comentários para nos ajudar a responder essas questões, principalmente a última!

E para não dizer que não falamos de referências:

  • Listinha da Carol de Sofwares gratuitos: 7-zip, Artweaver, Audacity, AVG Free, Dicionário Aulete Digital, EasyCleaner, FileZilla, Firefox, Inkscape, Media Burner, Notepad ++, OpenOffice, Opera, PSPad editor, Sib icon editor, Skype, Thunderbird, WinAmp, Wink
  • Minha humilde resenha para o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, lá no Carreirasolo.org
  • A Bibilografia “modafoca” que a Carol separou sobre o tema empreendedorismo:

    BANGS, D.H., Jr. The business planning guide, 8th ed. Upstart, Chicago, 1998.
    BENNIS, Warren. A invenção de uma vida. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    BERRY, T.: Hurdle: The book on business planning. Palo Alto Software, Oregon, 1998.
    BIRLEY, Sue e Muzyka, Daniel F. Dominando os Desafios do Empreendedor – Financial Times. São Paulo: Makron Books, 2001.
    BLOCK, Z.; MACMILLAN, I.C.: Corporate venturing. Creating new business within the firm. Harvard Business Scholl Press, Boston – MA, 1995.
    BRITTO, Francisco; WEVER, Luiz. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
    BROADHURST, T.: History of science park development and the existing pattern. In: Worral, B. (editor). Setting up a science park, UKSPA, 1988.
    BUSINESS INCUBATION WORKS: The results of the impact of incubator investment study. NBIA, National Business Incubation Association, 1997.
    CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo – Dando asas ao espírito empreendedor. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004.
    DEGEN, R. J. O empreendedor, fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1989.
    DERTOUZOS, M.: Four pillars of innovation. MIT’s Magazine of Innovation Technology Review. Nov-Dez. 1999.
    DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
    DRUCKER, Peter F. Administração em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 1995.
    DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira, 1987.
    HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. 5. ed., Porto Alegre: Bookman, 2004.
    KOTTER, John. Liderando Mudança. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    LALKAKA, R.; BISHOP, J.: Business incubator in economic development. An initial assessment in industrializing countries. United Nations Programme. New York, 1996.
    LASHER, W.: The perfect business plan made simple. Ed.: Doubleday, New York, 1994.
    PINCHOT, Gifford; PELLMAN, Ron. Intra-empreendedorismo na prática: um guia de inovação nos negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
    RICE, M.P.; MATTHEWS, J.B.: Growing new ventures, creating new jobs, Quorum Books, 1995.
    ROBBINS, Stephen Paul. Administração – mudanças e perspectives. São Paulo: Saraiva, 2000.
    SAHLMAN,W.A.; BHIDE,A.; STEVENSON, H.: Business fundamentals as taught at the Harvard Business School. Financial entrepreneurial ventures. Harvard Business Scholl Publishing, Boston – MA, 1998.
    SMILOR, R.W.; Gill Jr, M.D.: The new business incubator, Lexington Books, 1986.

thrillerSet-list: ouvimos de forma saudosa nesse episódio faixas de dois álbuns de Michael Jackson, que partiu definitivamente para Never Land no último dia 25/06/2009, aos 50 anos. Abrimos com Thriller, do álbum de mesmo nome. Nos E-mails tivemos Don’t Stop ’til You Get Enough (Of The Wall). Bloco 1: Human Nature (a minha favorita do álbum Thrillher). Bloco 2: Billie Jean (Thrillher). Bloco 3: abrindo com I Wanna be Staring Something e seguindo em BG com P.Y.T (Thriller). Para finalizar, uma demo caseira de Billie Jean.

 
  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta

    então vamos lá, umas coisas que não ficaram claras. Eu nunca paguei essa tal taxa de bay ou BBS ou rapid share ou qq coisa do gênero. No maximo o que eu pago por pirataria é o speed e o terra! mas teria que pagar mesmo que pra poder participar deste papo! Uso freeware a maioria do tempo, sempre que posso, mesmo como auxiliares importantes dos fuckinspensivessoftwares! Sabiam que existe toda uma comunidade preocupada em fazer frewares de warez, ou seja para permitir rodar programas proprietários sem ter que pagá-los? são geradores de senha, emuladores de keys, duplicadores de DVD que quebram seu código, tudo freeware e com instruções para só usá-los com a intenção não lucrativa e de democratização da cultura e da informação! Ainda não encontrei ferramentas de edição de video, frees ou pagas, tão boas como o pacote do Final Cut Studio da Apple! Se duvidam de mim, pesquisem Hollywood. (pros entendidos, sim inclui o AVID nesta frase!). Não mexo com animação 3D, mas entendo bastante e embora respeite o Blender, sei como os fãs de freewere se matam pra fazer no blender, coisas corriqueiras de fazer no Cinema 4D ou no Maia! Com som é mais ou menos assim: ou você tem muita grana e mexe com ProTools, ou tem menos grana é zen e mexe com o Logic Studio da Apple, ou vai fazer plinplon em outro programinha! Animação 2D legal se faz usando vários programinhas free e pagos, todos em orbita de uma estrela binária chamada “ADOBE Photoshop e AfterEffects”, não tem jeito!
    Eu realmente acredito que se abaixassem bem o preço desses programas para o usuário caseiro, mas cobrassem uma taxa alta pelo seu uso em comerciais e produções lucrativas, eles venceriam a pirataria e muitos softwares livre que não cumprem o que prometem, eu prefiro um photoshop, por 100,00 do que um Gimp capenga free! A MS poderia acabar com a pirataria e com o open office lançando o windows e o office de graça para o usuário caseiro! se o DVD custasse 10 e o CD custasse 4 eu nem perdia tempo baixando, e muita gente não comprava pirata! sai mais barata pra indústria formal fazer um CD, que rum pirata, é só a margem de lucro dos caras é que é alta de mais, não o repasse pros artistas, que é minúsculo!

  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta
  • http://lagartixa.org/ Carolina Vigna-Maru

    (Ps. Isso foi uma conversa que surgiu em outro blog, tentei reproduzir aqui a conversa mas a sra. Carolina Vigna-Maru, fiel defensora da propriedade privada e dos bons costumes ficou furiaso e pediu que eu retirasse seus comentários do meu blog, em respeito a esse espécie de Tatcher tupiniquim, está feito!)

    É o trecho inserido no post do sr. Malatesta, em seu blog, a título de “está feito“.

    Só para vocês saberem com quem estão lidando.

    Apenas desejo que tudo que este senhor faz lhe retorne em dobro.

    Sem mais,
    Carolina.

  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta

    Caro Edu,

    Quando ela fala “Você pode – sempre! – optar pelo programa que prefere.”, mas é contra a pirataria e acha correta a política de preços dos softs comerciais, eu repondo “Não não posso, porque os comerciais eu não posso comprar e os freewares simplesmente não dão conta!” ou sou excluido ou sou pirata guerrilheiro, não tenho outra via! Desculpem-me os politicamente corretos, que prendem pixadores e libertam a dona da Daslu! Que mandam polícia pra Usp! E comemoram a construção de uma nova ala do Eintein com dinheiro público com apenas 6% de leitos reservados ao sus! cadê a maquinha de MRI freeware?

    Se aumentarmos a citação para “…é literalmente afirmar que você acredita que toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada. E isso é um absurdo (além de ser anti-ético, ilegal e bastante sem vergonha).” Você vai reparar que ela se refere a mim e não a “isso”!

  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta

    Sobre o reblog. Como o tema era pirataria, achei interessante fazer o reblog do modo que foi feito, de modo bucaneiro, na calada da noite, de forma zombeteira e até, como algumas crianças esbravejaram, pueril! Realmente eu acho um comportamento de adolescente chato chamar a brincadeira dos outros de coisa de criança, cresçam! Ia justo publicar a fonte e a história, quando passei por aqui antes, e ao ver a reação a lá diretório acadêmico do Mackenzie, me enchi, apaguei tudo do meu blog e só repostei o meu 1º post, sem dar crédito nenhum pra está discussão que não vai chegar a nada, talvez à minha crucificação simbólica em suas cabecinhas! Pena que depois olhando os emails vi que junto foram alguns comentários de apoio a mim, fazer o quê….

  • Edu

    Dizer que pode sempre optar é ser taxativo ou liberal?

    Quando ela diz que usa vários sws comerciais e que acha que muitos podem ser substituídos está sendo extremamente flexível e democrática.

    Quem tem cabecinha aqui é vc.

  • Edu

    E afinal, vc acredita que toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada?

    Porque isso sim é um absurdo, ilegal, anti-ético e sem vergonha. E aí, sem o pudor que ela teve, deixo claro: estou sim dizendo que vc é anti-ético e sem vergonha.

    Drop dead.

  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta

    tipo: ser liberal é legal, quem não acha isso que morra!
    Vocês são todos eleitores do Emael (um democrata cristão)?
    Drop dead? no way! I turn on, tune in, and drop out!

  • http://www.contemconteudo.org Mauro

    perae, deixa eu chegar minha lista…

    Política já foi. Religião, quase.

    Falta mulher e futebol.

    Ah, Michael Jackson não vale porque já foi homenageado (sinceramente!) na trilha, ok?

  • http://lumattioli.art.br Lucas Mattioli

    hahaha!

    Boa Mauro… muito boa!!!

    Chega galera, vamos falar

    do próximo episódio?

    Aloha! o/ // LM_

  • http://aritanamalatesta.blogspot.com Aritanã Malatesta

    Boa! Religião! Eu sou ateu-bomba shiita ativista! simbora! lol

  • http://wendelyleal.com Wendely Leal

    Fala freela!

    Tuitei sobre um comentário meu que se perdeu em alguma fenda no espaço/tempo, Mauro. Acabei não refazendo…

    Nele falei sobre doações. Ficou faltando destacar a importância delas para os softwares free e open source e citar os donationwares

    O legal da doação é que é uma forma de reconhecimento muito maior do que a “compra obrigatória”.

    Enfim. Carol, Humberto e Mauro: parabéns. Mais um ótimo episódio!

    Abraços.

  • http://rurounikz.com.br rurounikz

    Quanto ao BR Office, ele já virou case com algumas empresas de grande porte utilizando-o ao invés do pacote Microsoft.

    Em relação ao resto, sou adeptaço da cultura Open-source, tendo inclusive na minha máquina, a maioria dos softwares citados por vocês.

    Não só um dos melhores FF que já ouvi, como um dos melhores podcasts EVAR: pauta, edição, conteúdo e trilha estão muito bons mesmo.

    Parabéns ao elenco pelo cast! Continuem o ótimo trabalho.

    Grande abraço e sucesso!

  • http://menoya.com.br Rafael Menoya

    Tema complicado. Principalemnte porque me parece que a a maioria da audiencia, assim como eu, ainda esta no começo da carreira freela.
    Mas é do começo que se cria a base para um bom modelo de negócio.

  • http://www.marcostaira.com Marcos Taira

    Dae pessoal.
    Bom primeiramente quero me desculpar com a Carol.
    Não dei bronca em ninguém…rsrs
    Acho que a frase não soou como brincadeira.
    Esse negócio de escrita é complicado passar emoção, mas vamos tentar… ahuahuahauhua, buáááááááá

    Ahh, só que num tem acento. lol

    Agora, comentando o Podcast, é muito complicado iniciar com tudo legalizado, mesmo porquê, somos reféns das gigantes como Adobe, Corel, etc.
    Se queremos estar dentro do legalizado, temos que realmente procurar alternativas que atendam sem afetar a nossa qualidade, concordando com o comentário, e aprimorar nosso conhecimento para o objetivo final.
    Para programação, é muito bom termos uma ferramenta que compõe o que precisamos, dando apoio às decisões que estamos tomando para a modelagem.
    Quanto ao valor do software, são realmente muito caros. Mas como fica o leitinho dos desenvolvedores??? Eu sou um, e num gostaria de ver meu software rodando por aí, sem ganhar nada.
    Alternativas Freeware são muito boas, mas se queremos ter aquele desejado Adobe CS4 Design Premium, temos que pagar o preço. E acho que realmente uma alternativa, seria o que a Carol disse, de separar um projeto para o pagamento desse grande pacote.
    Notepad++, Gimp, Scite, Fillzip, BrOffice, OpenSuse, Ubuntu ou ferramentas de edição web, são muito legais. Basta aprender a usá-los.
    Não estou dizendo que eu não uso alguma ferramenta pirata, ainda estou juntando $$ pra legalizar tudo.

    Enfim, se queremos que nosso caminho seja de sucesso, temos que andar no caminho certo.
    Mesmo que isso custe alguns milhares de dolares.
    Sendo bem radical, todo o dinheiro que ganhamos e gastamos, é para termos alguma diversão e bens, o que certamente não vai junto para o caixão.
    Então não custa reduzir um pouco de diversão para Legalizar.
    Legalize já…rsrs

    Espero que eu tenha conseguido passar emoção nesse comentário…rsrs
    E novamente, mil desculpas Carol..rsrs

    Até mais.

  • http://www.marcostaira.com Marcos Taira

    Mais uma coisa, o Orkut é bem limitado quando se trata de Comunidade.
    E o humberto nem entrou na Comu..

    O Facebook tem muito mais recursos. ;)

  • http://twitter.com/instrumentista Ricardo Vieira

    Tenho que acordar cedo amanhã “trabalhar” mais não poderia deixar de comentar esse programa que foi sensacional.Gostei muito da sinceridade da Carolina.

    Um forte abraço a todos!

  • http://www.trinityevolution.blogspot.com Rob Ville

    Apesar de estar aprendendo a usar softwares Open Source, se for analisar racionalmente, o Photoshop e o Illustrator são superiores ao Gimp e ao Inkscape. Não só pelas ferramentas a mais, mas pela forma de trabalhar, principalmente o Gimp (talvez esteja errado, não sei…).

    Mas o Inkscape eu uso sem problemas, já se tornou meu programa de vetorização nº1, também uso o Firefox, o Google Chrome o BrOffice (usava o Pidgin, que substituí pelo meebo.com). O Gimp ainda preciso aprender mais pra ver as reais possibilidades do programa, mas toda vez que uso ele, sinto um pouco de burocracia (não sei se essa é a palavra), que deixa o trabalho um pouco mais lento que no Photoshop…

    Bem, mas o importante mesmo é dizer que gostei demais desse podcast, que fiquei conhecendo hoje e este foi o único episódio que ouvi, mas pretendo ouvir mais alguns.

    Estão de Parabéns! Continuem!

  • Daniel Farias

    Rapaz… eu não conhecia o Fala Freela. Conheci através do Imasters. Ouvi o podcast #30 e não consigo parar de ouvir! Parabéns! Muito bom! Já assinei o RSS.

    (Qual o twitter do Fala Freela????)

    Já estou ansioso pelo próximo podcast!
    Até mais!

  • Delaine

    Concordo plenamente com o que “Aritanã Malatesta” citou logo acima. Acho distante da realidade da maioria dos profissionais iniciantes investimento em programas originais, e as alternativas gratuitas são infinitamente inferiores, realmente seria lindo se na realidade um “job” já financiasse seu investimento, mas acho utopia…

  • Delaine

    Nossa!!! Havia concordado com “Aritanã Malatesta”, quando havia lido só o primeiro comentário, depois da discussão acalorada, preciso retirar meu apoio, fiquei até com medo, juro q vou procurar alternativas “free” , afinal também não gostaria de encontras minha criações pirateadas…

  • http://www.klebersonleite.com Kleberson Leite

    Olá pessoal, Boa Noite…
    Ouvi o podcast de vocês e achei muito interessante a idéia de usar software livre.
    No momento ainda estou “preso” a plataforma Windows, mas existem forças maiores me obrigando à migrar para o Linux.
    Conheço alguns amigos programadores que migraram e estão se adaptando totalmente à estas soluções Livres.

    Então é isso.. forte abraço a vocês e parabéns pelo sucesso do Fala Freela!!

  • http://twitter.com/rodrigotucano Rodrigo Tucano

    Ótimo cast, bem humorado e leve para uma questão que mexe tanto com nosso bolso. Sempre tive problemas em adquirir softwares para trabalhos esporádicos mas como agora vou seguir carreira solo e me sustentar por ela, vou investir assim que possível em softwares originais.

  • http://tcmpublicidade.com.br Tiago C. Martins

    Xaraxtreme tem para Windows também mas é pago. Em caso de Linux eu trabalhei seis mesês só com o Ubuntu linux, usando OpenOffice, Gimp(Photoshop), Xaraxtreme(Illustrator), e Quanta+(Dreamweaver), e digo com sinceridade, existe um bom nível de dificuldade na adaptação e migração, mas dá pra trabalhar tranquilamente com software livre e de código aberto, do Sistema Operacional até as ferramentas para produção final. E ainda dá pra emular e rodar alguns programas de Windows nele. Parabéns mais uma vez pelo podcast.

  • Douglas

    Houve um comentário no podcast sobre o convênio da Microsoft com a universidade. Essa cópia que os estudantes podem obter, além de serem válidas apenas enquanto são estudantes (acho que pesquisadores também estão incluídos), não pode ser usada para desenvolvimento comercial, apenas para fins de ensino e pesquisa. Até a universidade tem restrições p/ uso desses softwares: pode, por exemplo, montar laboratórios de ensino com esses Windows, mas não rodar a própria infraestrutura (por exemplo, as cópias de Windows da secretaria). O Visual Studio fornecido pode ser usado p/ pesquisa, mas não para desenvolver o sistema de matrículas da universidade. E por aí vai.

  • Ademir Oliveira

    Bem tenho um escritório de digitação e formatação de textos, fazemos muitos trabalhos de digitações de livros, capitulos e mais capitulos de livro, um dia recebi uma encomenda pela NET para copiar um livro e mandar em formato Word para a cliente, claro vendi o livro digitalizado, claro com um custo bem maior que o livro, queria saber se é inlegal isto que fiz
    obrigado
    a.ademiraoliveira@hotmail.com

  • Douglas

    Oi Ademir,

    Se você tem os direitos do livro, não fez nada ilegal. Se obteve permissão dos editores, tudo bem. Senão, foi ilegal sim.

    abraços

  • http://juizos.com.br Vitor Melo

    Creio que cada um deve seguir a sua idéia, acho simplesmente genial a licença GLP, creio que por mais que demore, a metodologia open source algum dia irá dominar o mercado, mas hoje isso é uma realidade muito distante.

    Na área de ilustração eu tenho condições de comparar o GIMP ao Photoshop, mas no desenvolvimento de interfaces eu discordo sobre o que a Carolida disse “Gimp dá conta de sobra.”.

    Em layouts e edições simples, assim como as sitadas talvez isso seja pertinente, mas no desenvolvimento de um layout complexo, o GIMP não oferece recursos necessários para um desenvolvimento rápido. Hoje falta recursos muito básicos no GIMP, a maioria já foram solicitados pelos os usuários os exemplos mais expressivos são:

    Ferramenta de redimensionamento de imagem
    O GIMP, oferece ícones redundantes em sua barra de ferramenta, um ícone para rotacionar, outro para redimensionar, inclinar, perspectiva e espelhar. Com esseção do ícone espelhar, todos os outros descritos são feitos através de um único ícone no PS, modificando-o através de atalhos.

    Organização e opções de camadas
    O GIMP não oferece um modo de organizar as camadas, embora a nova versão 2.8, talvez possua esse recurso, a versão estável atual aglomera todas as camadas criadas, isso acarreta em diversos ipensílios na hora de organizar um layout. A solução para esse caso, é a criação de cada módulo do site de forma independente, juntando depois em um único arquivo, ocasionando em uma grande perda de tempo.
    Outro fator crucial adianta muito no PS que é de extrema ausência no GIMP, são os layers effects, que auxiliam de forma extraordinária a customização das camadas. Script Fu, Pyton Fu e Alpha para Logo, tentam criar efeitos similares, porém, muito inferiores, gerando até arquivos separados do atual.

    Pré-Visualização
    Outro fator que atrasa muito no GIMP, são as pré-visualizações, que em muitos filtros não existem, e quando existe não é um padrão, pois cada filtro emite uma janela de pré-visualização diferente.

    Formato de Janelas
    Isso é uma questão que todo mundo levanta a muito tempo, mesmo sabendo disso agora na versão 2.3, é que talvez um novo formato da organização das janelas do GIMP.

    A falta de programas para o desenvolvimento de interfaces, talvez seja o grande motivo da não migração dos designers, sinceramente já tentei por diversas vezes desenvolver um layout complexo no GIMP, mas demoro 8 vezes mais de algo que eu faria melhor e mais rápido no PS, já tentei até utilizar o Inkscape para desenvolver layout, mas também não obtive sucesso, pois cada vez que digitava mais, mais lento o aplicativo ficava. Faça o teste no Inkscape, vá em extensões > texto > Lorem Ipsum, coloque o valor desejado, adoro essa extensão. Agora tente mover o texto criado e perceba a lentidão do software.

    Não sou contra o GIMP, pelo contrário, torço para que essa nova versão seja um sucesso, e creio que se todas as especificação que estão descrevendo forem desenvolvidas, não tenho dúvidas que o GIMP irá crescer muito entre os desenvolvedores de interfaces. Creio que a questão fundamental, está em aceitar sugestões, pois os desenvolvedores do GIMP, muitas das vezes parecem que fecharam os olhos para a sugestões dos usuários, que exaustivamente solicitaram modificações sensatas.

  • Lind

    Concordo com que o Vitor Disse.

  • http://albrunelli.blogspot.com André Brunelli

    Aprendi o seguinte conceito: Só porque o não posso comprar um carro, não significa que tenho o direito de roubá-lo ou pegar da concessionária ou de algum estacionamento e dirigi-lo. Não acho nenhum software caro, acho que eu é que sou pobre. Isso me motiva à estudar mais, me especializar mais, cobrar mais e conseqüentemente, ganhar mais para poder adquirir o que eu quero. Já vi gente reclamando de preços de software tendo uma TV de 5000 em casa e naum usar tanto quanto usa o Photoshop.