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FalaFreela#30. Legalize Já!

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[audio:http://www.falafreela.com.br/ep/30/FalaFreela_Ep30_Piratas.mp3]

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A questão é controversa desde a primeira versão do Windows, mas é também muito presente. Por falta de conhecimento (como no já clássico trote/ligação para o help-desk da Microsoft onde mãe e filha exigem que a estrelinha azul que avisa que a cópia de seu XP é falta seja retirada), costume ou até mesmo má intenção mesmo, pouco ou nada fazemos para regularizar a situação de nossos softwares.

Em um bate-papo sem a intenção de julgar ninguém e muito menos c#$%agar regra nenhuma, Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru buscaram apresentar respostas básicas para três questões fundamentais: O que é um programa pirata? Porque pirateamos? Como trabalhar com o máximo de programas gratuitos legais?

Confira essas e outras dicas na meia hora mais valiosa do seu dia. E use o espaço de comentários para nos ajudar a responder essas questões, principalmente a última!

E para não dizer que não falamos de referências:

  • Listinha da Carol de Sofwares gratuitos: 7-zip, Artweaver, Audacity, AVG Free, Dicionário Aulete Digital, EasyCleaner, FileZilla, Firefox, Inkscape, Media Burner, Notepad ++, OpenOffice, Opera, PSPad editor, Sib icon editor, Skype, Thunderbird, WinAmp, Wink
  • Minha humilde resenha para o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, lá no Carreirasolo.org
  • A Bibilografia “modafoca” que a Carol separou sobre o tema empreendedorismo:

    BANGS, D.H., Jr. The business planning guide, 8th ed. Upstart, Chicago, 1998.
    BENNIS, Warren. A invenção de uma vida. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    BERRY, T.: Hurdle: The book on business planning. Palo Alto Software, Oregon, 1998.
    BIRLEY, Sue e Muzyka, Daniel F. Dominando os Desafios do Empreendedor – Financial Times. São Paulo: Makron Books, 2001.
    BLOCK, Z.; MACMILLAN, I.C.: Corporate venturing. Creating new business within the firm. Harvard Business Scholl Press, Boston – MA, 1995.
    BRITTO, Francisco; WEVER, Luiz. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
    BROADHURST, T.: History of science park development and the existing pattern. In: Worral, B. (editor). Setting up a science park, UKSPA, 1988.
    BUSINESS INCUBATION WORKS: The results of the impact of incubator investment study. NBIA, National Business Incubation Association, 1997.
    CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo – Dando asas ao espírito empreendedor. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004.
    DEGEN, R. J. O empreendedor, fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1989.
    DERTOUZOS, M.: Four pillars of innovation. MIT’s Magazine of Innovation Technology Review. Nov-Dez. 1999.
    DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
    DRUCKER, Peter F. Administração em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 1995.
    DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira, 1987.
    HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. 5. ed., Porto Alegre: Bookman, 2004.
    KOTTER, John. Liderando Mudança. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999.
    LALKAKA, R.; BISHOP, J.: Business incubator in economic development. An initial assessment in industrializing countries. United Nations Programme. New York, 1996.
    LASHER, W.: The perfect business plan made simple. Ed.: Doubleday, New York, 1994.
    PINCHOT, Gifford; PELLMAN, Ron. Intra-empreendedorismo na prática: um guia de inovação nos negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
    RICE, M.P.; MATTHEWS, J.B.: Growing new ventures, creating new jobs, Quorum Books, 1995.
    ROBBINS, Stephen Paul. Administração – mudanças e perspectives. São Paulo: Saraiva, 2000.
    SAHLMAN,W.A.; BHIDE,A.; STEVENSON, H.: Business fundamentals as taught at the Harvard Business School. Financial entrepreneurial ventures. Harvard Business Scholl Publishing, Boston – MA, 1998.
    SMILOR, R.W.; Gill Jr, M.D.: The new business incubator, Lexington Books, 1986.

thrillerSet-list: ouvimos de forma saudosa nesse episódio faixas de dois álbuns de Michael Jackson, que partiu definitivamente para Never Land no último dia 25/06/2009, aos 50 anos. Abrimos com Thriller, do álbum de mesmo nome. Nos E-mails tivemos Don’t Stop ’til You Get Enough (Of The Wall). Bloco 1: Human Nature (a minha favorita do álbum Thrillher). Bloco 2: Billie Jean (Thrillher). Bloco 3: abrindo com I Wanna be Staring Something e seguindo em BG com P.Y.T (Thriller). Para finalizar, uma demo caseira de Billie Jean.

Quero ouvir sua opinião!

Comment

79 Comments

  1. Dae Galera…

    Tema bem polêmico hein?!?! rsrs
    Estou ouvindo, depois eu comento.

    Até mais.

    Pessoal, não esqueçam de participar na comunidade também. Isso pra que for “orkuteiro”.

  2. opa, belo programa =D

    mas não concordo com a carol dessa vez, o gimp é um bom programa SIM, mas todas as vezes que usei, senti uma limitação (acredito que esse seja o principal “problema” de eu não ter migrado de vez para o linux)..

    mas todos os programas podem ser substituidos sim…

    sempre pensei que software era muito caro no brasil, mas hoje em dia, estando do OUTRO lado, desenvolvendo sistemas… já não acho tão caro…

    hoje, eu uso dois programas legalizados… o windows e o fireworks 8… mas só porque ganhei esses … senão, eu usaria sim, sistemas opensource (porém, não vejo AINDA um sistema de gráficos que substitua um fireworks/illustrator/photoshop)…

    de resto eu prefiro usar sistemas web… para office, uso o google docs, email, e outras funcionalidades, eu tento integrar com meus sistemas, assim uso uma coisa feita por mim =)

  3. Diego,

    Acho – honestamente – que existe um percentual MUITO pequeno de pessoas que de fato precisam de um Photoshop da vida. Na esmagadora maioria dos casos o Gimp dá conta de sobra. Conheço diversos profissionais (redatores, tradutores, etc) que usam o Photoshop para converter arquivos, redimensionar e no máximo passar para preto e branco. E abrem o Photoshop para isso. Pensando bem, até mesmo o Gimp tem mais recursos que a maioria precisa.

  4. Domene,

    O texto do episódio diz logo na abertura: “Em um bate-papo sem a intenção de julgar ninguém e muito menos c#$%agar regra nenhuma (…)“.

    Em nenhum momento o FF quis pregar uma doutrina ou julgar ninguém, falamos apenas as NOSSAS condutas no nosso dia a dia, com nossos clientes. E, como prova disso, uma pitada de humor não faz mal a ninguém.

    Dos 3 eu sou disparado a mais caxias, mas isso sou eu e, como tudo na vida, tenho benefícios e ônus por ser assim.

    Bjs

  5. Assunto bem interessante!

    As parcerias com as universidades são realmente uma ótima opção e tornam muitos softwares acessiveis tanto para uso pessoal como fonte de estudo.

    O Artweaver mencionado pela Carol é realmente muito bom. Na mesma linha do Inkscape, sugiro também o Xara xtreme.

    Uma opção interessante para designers de interfaces é o Pencil, o qual pode ser utilizado como Add-On no Firefox ou até mesmo como standalone.

    Parabéns pelo Podcast!!
    Abraços

  6. Bom trabalho Fala Freela!!

    Acho que na verdade oq importa eh fazer um bom
    trabalho, o programa e si tanto faz! Gosto mais
    dos softwares pagos para criação illustras e edição de imagens, mas olhando em meus arquivos percebi q muito pode ser feito com os “livres” tb! Oq importa (pelo menos aos criativos) é manter a ética da criação e não parar de criar!! heheh – vida longa aos criativos do bem! LM_

  7. Parabenizo a equipe do falafreela,acho os episódios muito interessantes.

    Quando a pirataria de software:

    1-Há pessoas que recebem arquivos meus e dificilmente irão editar.Nestes casos,eu envio o arquivo em formato de leitura (ex: pdf).

    2-Porém,os 4.400 euros dos software da autodesk,terão que ser financiados.Daqui 1 ano,quando eu puder,não deixa de haver um planejamento para aquisição,isto é básico,árduo,mas básico.É um casamento de dados e não há outra opção de software,explico:

    3- Arquivos de vetorização,dwg ou .bin,podem ser usados tanto para produto final ou para vc enquanto fornecedor.Ex:eu posso ser responsável somente pelo paisagismo,ou pela iluminação,ou pelo projeto de acessibilidade, e neste caso, trabalhamos com layers(camadas)entre equipes.
    Se o meu software não é regular,para algumas empresas,eu sou uma não conforme,trabalhar com software legais faz parte itens de aceite para vc ser contratado.
    Ou seja,para você ganhar mais.
    Apresentando-me,sou arquiteta(não a “de informação”) e ps:procuro freela para site execução de pessoal.

  8. Eu concordo com o Domene. Realmente não é tão simples migrar para aplicativos open source. Porém a discussão do assunto é válida.

    Como bem comentou a Carol, seja por uma questão de valor ético ou pelo argumento de profissionalização, uma meta tem de ser definida: Ou comprando a licença ou se adaptando conforme a lei.

    Muito boa a pauta deste FF.

    Grande abraço

  9. Olha só, primeiro parabéns, gostei do programa. Sou adepto a idéia de que não importa a ferramenta e sim o resultado. Minha frase é: “A ferramenta não faz o processo”. O melhor software é aquele que você sabe usar. Porém senti falta de um substituto para o Flash, que é atualmente o software que eu mais uso. E ele é caro!

    Outro ponto que acho relevante comentar. Uma empresa começa com softwares piratas assim como começa sonegando impostos, na informalidade. Até fazer nome e ter um capital para pagar impostos, contador, registrar marca, também contrói um capital para legalização de softwares e realmente é tudo muito caro. Concordo com a Carol de que tudo isso passa por um planejamento. Mas levantar o capital sem investimento externo, realmente passa por serviços sem nota e programas piratas.

  10. Vocês resumiram bem o que eu penso.

    Não me sentiria à vontade sabendo que eu estou lucrando em cima do prejuízo de outra pessoa.

    Muitas vezes o sujeito reclama de tal cliente que não o paga, que não reconhece seu valor etc etc, mas se esquece que está fazendo o mesmo em relação aos desenvolvedores do software que ele está usando ilegalmente. What goes around comes around.

    Parabéns pelo programa e pela maturidade na abordagem. Claro que esse assunto se desdobra e dá muito pano pra manga, como o Mauricio disse. Mas acho que isso não pode ser usado como desculpa para não falar sobre.

  11. Ah, desculpem o comentário duplo, mas só queria complementar dizendo que por um bom tempo trabalhei usando o Photoshop Elements (uma versão ultra básica do PS), Inkscape e GIMP. Deu pra segurar a barra numa boa.

    Fora que isso me fez estudar mais, e também inventar novas técnicas e soluções para reproduzir nesses programas o que teoricamente só seria possível nas suites mais famosas da Adobe.

  12. Lucas,
    Quando tiver uma folga faz um exercício: entra no seu registro e vê quanta porcaria instalada vc tem e não usa. Além da questão da pirataria desnecessária ainda tem aquele monte de lixo entupindo as artérias do seu computador. Depois conta pra gente o que achou!

    Kaísa,
    Puxa, como eu gostaria de ter algo de útil para te responder… Infelizmente não entendo patavinas dos programas de CAD.

    André,
    É claro que o opensource não dá conta de tudo. Eu mesma, que sou fã dos gratuitos, uso sws comprados. O Scribus, por exemplo, ainda não chega aos pés do InDesign (mas levo fé, levo fé!). Só acho que muitos casos podem ser substituídos sim…

    Gustavo,
    Flash: Putz, não conheço nada, sorry. Eu não sou “flasheira”. Ouvi falar de um tal de OpenLaszlo, mas não tenho idéia se presta, nunca usei. Sorry.
    Sonegação: Cara, não generaliza. Eu nunca soneguei impostos. Já tive 2 empresas antes dessa, fechadas direitinho como manda a lei (quem já tentou fechar uma empresa sabe como é muito mais complicado que abrir). Por favor entenda que não estou aqui posando de santinha até pque não sou. Posso ser caxias mas não santa. O povo começa na ilegalidade por falta de planejamento até mesmo na hora de formular o preço. E antes da nota fiscal tem recibo, tem RPA, tem um monte de coisa…

    Vitor,
    What goes around comes around.” -> Eu não conseguiria resumir melhor, obrigada.
    Elements: O elements é legal, veio com a minha tablet (Wacom), mas eu encontrei mais obstáculos com ele do que com o Gimp, juro. Pode ter sido só uma coisa do “santo não cruzar” também, sei lá.

    Bjs,
    Carol.

  13. 1- Raramente os softwares gratuitos tem todas as funções necessários para um trabalho, e costumam causar frustrações de ultima hora.
    2 – Quando eu comecei a mexer no Phototoshop 1.0 (pra dar só um exemplo), eu entendia que pela pequena base instalada de computares que pudessem rolar o programa, e a complexidade de algo assim na época, que vinha com vários manuais e disquetes de instalação e suporte humano por telefone, era justificável a pequena fortuna que se pagava para ter ele numa produtora de cinema publicitário. Agora hoje em dia, que milhões computadores caseiros rodam photoshop, e eu posso baixa-lo da internet em minutos, querer cobrar milhares de reais de qualquer usuário caseiro, isso sim é pirataria! Me sinto amarrado ao mastro com o trabuco no pescoço e o bafo de rum na cara!
    3- A posse e distribuição gratuita de música, filme, literatura e software não é filibusteria, é socialização dos meios culturais, desligamento da cultura do poder aquisitivo, ou seja, é um ato revolucionário!

  14. Bem, ainda não sou freelancer, mas estou estudando e ouvindo sempre o Fala Freela para adquirir maturidade profissional e entrar no mercado com uma certa estabilidade.

    Sobre os programas gratuitos… Uso o GIMP para pequenos ajustes em imagens e o Inkscape para vetorização. Para desenvolvimento, estou pensando em usar o Notepad ++. Me parece muito bom!

    Para quem estava perguntando sobre alternativas para o Flash, revirando meu acervos de revistas Info, encontrei essas (nunca testei):

    Revista Info – Dezembro de 2008 – Pág 86 e 87 – “Os Genéricos do Flash”

    SwishMax 2 (Escolha Info) – Shareware (US$150) – http://info.abril.com.br/download/3612.shtml

    CoffeeCup Firestarter 7.2 – Shareware (US$49) – http://info.abril.com.br/download/1453.shtml

    KoolMoves 7.0.2 – Shareware (US$49) – http://info.abril.com.br/download/1388.shtml

  15. oi Carol,nem se abale.
    Trabalhar na plataformas da autodesk tem um custo x benefício maravilhoso.Todos os outros software bons que surgem na área a autodesk adquiri.(google?)
    Não é ruim, eu comprar software de empresa que está sempre disposta a me ajudar.
    Eu disse e completo o seu comentário.
    Tem que haver planejamento para aquisição de software sim.

  16. Aritanã Malatesta,

    Você deve ser de origem italiana. “Filibusteria”, algo próximo de atividades corsárias em italiano, é uma palavra que não existe em português. Isso somado ao seu “sobrenome” (coloco entre aspas pque mais parece um apelido), que quer dizer dor de cabeça em italiano, sou levada a crer que você não seja brasileiro. Não que isso importe, em absoluto, é claro.

    1. Não é verdade, Aritanã. Muitos softwares gratuitos hoje em dia tem todas as funções necessárias para qualquer trabalho. OpenOffice, por exemplo, não deve nada ao similar comercial. Naturalmente sempre vai existir um grupo de usuários pesados de determinado software para quem o open source não irá atender. Agora pense na quantidade de pessoas que você conhece com o Word pirata que usam, na melhor das hipóteses, como um bloco de notas bonitinho.

    2. A facilidade de acesso a versões piratas do que quer que seja não diminui nem um dia de trabalho de quem o fez. Desculpe, mas isso não é argumento para nada. Vc tem todo direito do mundo de achar software caro. Nós não falamos no programa explicitamente mas ainda tem toooodo um leque de opções entre o 100% gratuito e os “de marca”. Existem softwares pagos mais baratos que os mais famosos que atendem igualmente. Novamente, é claro que sempre vai existir um ultra-mega-heavy-user que precisa de tudo aquilo, mas esse não é a maioria ou muito menos o padrão.

    3. Eu não poderia discordar mais de uma afirmação. A minha produção artística não é de domínio público.

    Abs,
    Carolina.

  17. Léo,

    Puxa, que legal! Obrigada por compartilhar as dicas sobre alternativas para o Flash!

    Eu sou fã do Inkscape. O simplify dele, por exemplo, é o máximo. Aquilo ali salva vidas (ou pelo menos algumas horas). Eu gosto do traço livre dele também. Funfa que é uma maravilha com a tablet. o/

    O Gimp é muito completo e bom. O povo tem uma certa antipatia pque a lógica das coisas é diferente, o layout é todo “estranho” e obriga a pensar, mas tá quase tudo lá.

    Bjs,
    Carol

  18. eu denovo, vou ter que concordar com a carol…

    a grande maioria de pessoas, usa softwares piratas que poderiam SIM, ser substituidos…

    por exemplo, aqui em casa mesmo, uma vez instalei o linux e deixei rodando pra ver como ia ser a reação das pessoas aqui de casa… ninguém reclamou, até acharam mais “bonitinho”, mas o linux, ainda tá longe de ser um sistema completamente amigáve (infelizmente).

    mas acho SIM, que é super interessante você verificar se um opensource ou um fw não atende. e se for o caso comprar, ou algo assim, há um tempo atrás juntei com um amigo e comprei uma licença de um software de geração de gráficos para meu sistema, como ele estuda nos EUA, conseguimos comprar com desconto para estudantes ( não cheguei a ver se rolava comprar sendo estudante no brasil ), aproveitamos e compramos a licença de uso irrestrito(pode ser usado em qq lugar). lembro que o desconto foi bem grande, o preço comum, era de US$3000, saiu por US$439,00.

  19. Agora pintou uma questão filosófica:

    Se tem softwares free para tudo (ou quase tudo) o que a gente precisa no dia-a-dia, se eu deixo de comprar o sw comercial para usar o free… que diferença isso faz para o fabricante de sw comercial?

    Se eu deixar de comprar o comercial pra usar o free, para a empresa que produz o sw comercial não dá exatamente na mesma se eu usar o SW pirata dela?

    Em ambas as opções, ela não ganha nada. A única diferença é na cabeça de quem usa.

    E seguindo adiante: se usando SW free a empresa não vai ganhar nada mesmo, o que eu de fato estou roubando ao usar o sw pirata?

    Só pra pensar…
    Eu nunca tinha pensado nisso antes. Os últimos comentários me levaram a isso. Desculpem se for assunto já batido, mas é que pra mim não é.

  20. Ainda quero ver uma alternativa melhor do que o Kino pra edição de vídeo. Infelizmente, devido a falta de softwares para vídeo que ainda me sinto preso ao sistema pago.

  21. Carolina,

    Sou descendente de espanhóis, portugueses e índios, de italiano só meu padrasto, de quem é vero, puxei muita coisa, o nome Aritanã é verdadeiro, o Malatesta, um pseudônimo escolhido em homenagem a Errio Malatesta, famoso anarquista do início do século XX, e devido a uma doença crônica e incurável que eu eu tenho (paquimeningite) que me causa dores de cabeça homéricas, me levando as vezes a ser internado para tomar morfina na veia! A palavra filibusteiro faz parte sim da língua portuguesa, “filibusteria” foi só uma liberdade literária da minha parte. Malatesta na Itália é o nome de uma família, dor de cabeça é “mal di testa”

    1. Sou usuário de Mac, para coisas básicas quase tudo já vem instalado no sistema, ou sou bem fornecido de freeware. Office? Vários freewares de escrita são muito superiores ao word, não sou um grande usuário de spreadsheet, e não ter o powerpoit é uma ótima desculpa pra não ter que abrir os emails fofos que as primas mandam! Agora, na minha área, que inclui programas de desenho, manipulação de imagem, animação, video e som, nenhum open source substitui os comerciais!

    2. Devo deixar claro que nunca na minha vida comprei um software pirata, a “pirataria” que sempre pratiquei foi sempre a da troca entre amigos, seja andando com disquetes, zips e cds, seja pelas BBS, Napster, Demonoids e Pirate Bays. Não deixaria de comprar o Photoshop downloadavel por 100,00 do site da ADOBE. Não acho justo é eles cobrarem de mim o que cobram da W/BRASIL. Nem cobrarem hoje um produto que vende milhões de cópias, o preço que cobravam quando vendia poucas centenas! Eu sou um usuário ultra-mega-heavy, mexo com isso desde 84 e não tenho saco pras limitações absurdas dos freewares e das versões LE mais baratas! Ex. Estava ano passado mixando um curta num protools LE, depois de tudo equalizado e filtrado e o escambau, chegou a hora de ver com o filme pra fazer acertos importantes e mixar, tínhamos cinco dias. Estávamos trabalhando em equipamentos de terceiros, tudo 110% legalizado e nos conformes. Opa, não tem como ver com o filme! Mas não dá pra mixar o som do filme sem ver com o filme! Só comprando uma autorização extra que vai custar R$ 2mil e leva 15 dias pra chegar! Mas a mixagem tem que estar pronta em 4 dias senão o filme perde o festival que já tá inscrito! Solução: Baixamos um programa pirata, mixamos, ficou ótimo e um abraço! depois apagamos o programa pirata e o equipamento voltou a ser legalzão!

    Abraços, e pense bem, que quando você defende um grande software, você não está defendendo o desenvolvedor, mas uma supercorporação!

    Aritanã Malatesta

  22. Aritanã,

    1. Cada um tem sua opção, mas você não pode afirmar que “NENHUM” open source substitui comerciais. Simplesmente não é verdade. O Blender, por exemplo, é um programa extremamente parrudo que inclusive produz games (além de filmes, claro). Você pode – sempre! – optar pelo programa que prefere. E como eu disse inúmeras vezes, eu mesma uso vários programas comerciais (por ex: InDesign). Você não pode ser taxativo com algo assim, Aritanã.

    2. Pirate Bays e afins é pirataria. Você pagar por uma assinatura (bay, bbs, etc) é o mesmo que comprar software pirata, não se iluda. Eu comecei minha carreira bem cedo, em uma editora pequena, em 1983. Portanto, usuário ultra-mega-heavy por ultra-mega-heavy eu também sou, meu caro. E, repetindo o que já disse incansáveis vezes: é claro que existem casos em que o open source não dá conta, assim como tem casos em que apenas um software (comercial ou não) não dá conta.

    2b. Como assim “quando você defende um grande software“? Desculpe, mas não estou defendendo ninguém aqui. O que defendo é a liberdade de escolha, o que defendo é a informação e poder dizer às pessoas que existem alternativas. Lamento muito que “NENHUMA” alternativa open source é boa para você. Isso apenas significa que você vai gastar mais dinheiro que o necessário. A perda é sua, não minha. Eu não ganho NADA divulgando alternativas open source.

    3. Cabe ao criador da obra determinar a licença que deseja. Você escolheu copyleft, que bom para você. Eu não. Agora, você dizer, como disse, que “A posse e distribuição gratuita de música, filme, literatura e software não é filibusteria, é socialização dos meios culturais, desligamento da cultura do poder aquisitivo, ou seja, é um ato revolucionário!” é literalmente afirmar que você acredita que toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada. E isso é um absurdo (além de ser anti-ético, ilegal e bastante sem vergonha).

    Então fazemos assim: você fica aí gastando tubos de dinheiro e/ou fazendo pirataria e eu fico aqui pensando, criando e experimentando alternativas que me possibilitem atender meus clientes bem e ainda ter uma margem de lucro que me permita viver com conforto. E, de quebra, ainda conheço soluções novas e penso de maneiras diferentes a cada problema, fazendo com que a minha produtividade aumente exponencialmente sempre.

    Até.

  23. Cara Carolina,

    Em primeiro lugar, ao escrever a frase “A facilidade de acesso a versões piratas do que quer que seja não diminui nem um dia de trabalho de quem o fez” parece que está sim defendendo os softwares proprietários!

    Em segundo lugar, achei que estavamos tendo uma tróca de opiniões amigável e adulta! Não vejo problema de ser chamado de ilegal, pois realmente considero essa constituição como não sendo minha e discordo dela quase que totalmente, realmente acho que a produção artística deveria circular livremente como um bem da humanidade, e deveria se encontrar novas formas de se pagar o artista, que não torná-lo dependente de editoras, ou puxa saco de ricos. Agora, anti ético e sem vergonha é cafetão que fecundou o óvulo da PQP!

  24. Com relação a área de audio, tenho que concordar com o Aritanã: não há freeware, opensource, shareware ou nada parecido que possa ser usado profissionalmente.

    Mesmo as versões mais baratas (como ProTools LE – que custa perto de 500 dolars contra o Pro Tools HD que custa muits vezes mais) tem limitações que te impedem de realizar tarefas corriqueiras, como o exemplo que ele deu.

    Claro que há programas concorrentes (comerciais) que são mais em conta, mas mesmo assim o custo soma rapidamente a alguns milhares de dolares.

    O problema, que eu coloquei láaa em cima na conversa (alias, no post pauta) é que o mercado de audio está infestado de concorrentes que tem todos os programas piratas concorrendo com você.

    No caso de música, os programas (Instrumentos vistuais, samplers, etc) influenciam diretamente na qualidade do seu trabalho. Então a concorrencia fica pra lá de desleal. Se você comprar tudo legal, não vai ter como competir com o preço dos que tem tudo pirata.

    É muito triste, mas é a realidade.

    E mais: mesmo quem tem uma grande parte dos sw de música legalizado, ainda assim tem pelo menos uns 60% de ilegais na maquina. Eu não conheço nenhum estúdio que tenha tudo absolutamente legalizado. Se tem os principais SW legalizado, ainda assim tem um monte de livraria de samples copiado de amigos.

    É bem complicado.

    Eu já estive nos 2 extremos de postura com relação a isso. Desde tudo absolutamente legalizado, até tudo ilegal. E acho extremamente complicado de tomar partido radicalmente de um e de outro lado.
    E isso que sou autor, ou seja, sei na pele, como a Carol e muitos de vocês, o que significa o direito de autor.

    Estamos numa selva… como não ser comido pelos piratas?

  25. Domene,

    usar um sw gratuito/livre significa ter direito a atualizações, por exemplo.

    é livre de “livre escolha”.

    quem faz essa opção (como eu) não está preocupado com a coitadinha da softwarehouse.

    a questão não é e nem nunca foi o lucro (ou não) das softwarehouses.

    bjs

  26. Domene,

    Desculpe, cara… Não conheço nadica de nada de áudio. Sou surda-muda (e bastante burra) quando o assunto é áudio. Confio no que você diz.

    O que me tira do sério é generalização. Algo como “nenhum homem presta” e outras idiotices congêneres, saca?

    Bjins.

  27. Sr. Malatesta,

    O senhor não tem a minha permissão de descontextualizar esta conversa e muito menos de criar comentários como se fosse eu em seu blog ou onde for. O senhor não tem autorização para falar em meu nome, independente do veículo, mídia ou forma.

    Aguardo retirada total e imparcial de qualquer uso indevido dos meus comentários em seu blog.

    Sem mais,
    Carolina.

  28. Turma,

    Faz parte da mais antiga regra de e-tiqueta publicar a fonte de onde se retira o contéudo. Mesmo se foi um caso de piada meta-lingüística meio fora de hora, o re-blog de conteúdo sem prévia solicitação E citação de fonte é, no mínimo, deselegante.

    A discussão tem seu mérito, tem seu valor mas também tem suas regras.

    Sabíamos que um episódio que fosse baseado em tema tão controverso seria polêmico. Só não esperava (opinião totalmente minha) que fossem polêmicas tão pueris ao ponto de termos que PEDIR a retirada de re-blog descontextualizado.

    Desde o post deste episódio estamos deixando claro que não é nossa intenção C#$%agar regras. O que não quer dizer que não tenhamos que seguir algumas, né?

    Sugiro e indico, portanto, uma atitude positiva a todos os envolvidos para que o papo que sempre rolou por aqui, volte ao ritmo cordial e no mais alto nível possível.

    A meia hora é para ser valiosa, certo?

  29. Gostaria de indicar dois programas freewares para a área de desenvolvimento:

    O primeiro é o MySQL Workbench da SUN para modelagem de dados.

    A segunda sugestão é o APTANA uma IDE, derivada do Eclipse, que serve para desenvolvimento em PHP, Ruby and Rails, Python e outras linguagens. Tem uma função matadora que não tem no Dreamweaver, eu acho, o “Tasks”. Serve para você marcar tarefas em diversos pontos do projeto. Uma ajuda muito importante em produtividade quando você precisar lidar com grandes projetos.

  30. Malatesta, falou e disse!

    Ainda sou estudante mas tenho o mesmo pensamento e visão que você! Arte é para ser apreciada / trocada / discutida / remoldada e não vendida exclusivamente! Vendida sim, mas posse-única-e-exclusiva-minha-minha, Hum! Não sei… (opinião minha, ok?)

    Embora n viva de brisa, e já trabalhe na área, acho um absurdo os valores dos softwares comerciais, e essa é minha briga. Valores tão altos para usuários comuns (digo comuns estando em casa, ok? N entro no PS Apenas pra mudar o matiz ou transformá-la em negativo, isso eu faço do meu celular! rs), não sou a favor dos softwares piratas e não tenho preguiça (ou artérias entupidas em meu pc/not), tanto que fiz alguns trabalhos com os “livres”… e até gostei! Posso usar em alguns casos? Sim, pq naum! Odeio limitações! Mas sempre, não rola!

    Gosto sim das ferramentas comerciais pq me proporcionam o infinito, coisa que os “livres”, as vezes não proporcionam! Mas acho q tudo tem um valor, e realmente o que é pago… deve ser pago, fora de questão! Os livres ajudam? Sim. Mas n resolvem tudo! (Novamente, opinião minha!)

    Carol,

    Obrigado pelo comentário-comunitário laaaaah de cima, só o ví agora de manhã! hehehe! Como disse, realmente os softwares-livres ajudam e até instalei um deles, o Artweaver! Gostei bastante, e aprender não será o problema, preguiça pra que, né? (…) além de ser levinho! Meu not está agradecido! Bj

    Mauro e Humberto,

    Debate polêmico esse, ein? Imaginavam tudo isso? Mas acho q isso é bom pq agrega diversas visões e novos debates, se isso esta acontecendo é pq tem muita gente ouvindo e qrendo participar! Acho uma boa, aliás, uma ótima o pessoal interagir e trocar idéias / informações.

    Espero que continue assim, já tenho arrastado um pessoal pro grupo! Valeu! Abraços LM_

  31. Lucas,

    A troca de idéias é sempre bem-vinda por aqui. Assim como novos ouvintes. Só temos que tomar certo cuidado com o tipo de conceito que acreditamos.

    Podemos e devemos apreciar, discutir, trocar e utilizar arte como referência.

    Acredito que a “pedra no sapato” é utilizar esta arte com fins comerciais sem respectivo reembolso ao seu criador. Esse é o ponto. O uso para estudo sempre foi liberado.

  32. Então Mauro,

    A questão de copiar para vender eh muito ruim, infelizmente sofri algo do tipo a pouco tempo, e não gostei!! Um site que produzimos, onde eu layoutei e produzi, foi parar no cliente e logo em seguida tinhamos uma réplica do mesmo online pra uma amiga da nossa cliente, dias depois! Fiquei louco, mas enfim… acontece!

    Arte para troca q eu me refiro, eh de estudo, pesquisa e referência! Valeu! LM_

  33. Fala pessoal,

    Parabéns pela programa, você falaram coisas bem interessantes. Porém, eu acho que faltou falar sobre o uso ilegal de imagens e fontes que acontece aos MONTES.

  34. Carol,
    Na leitura de emails você comenta que tem uma tabela de preço no seu site. Eu fui lá conferir, mas não consegui achar. Passe o link por favor.

    O programa de hoje está muito bom. Parabéns a todos.

  35. Olhem, desculpem-me se exagerei e cai na grosseria, mas realmente me senti ofendido também. Não acho correto estar sendo censurado, preferia uma humilhação e desculpas públicas a isso! Livre, fala freela e legaliza já são as palavras chaves desse podcast e dessa discussão, por favor. Se eu afirmo que nunca, e a a Carol afirma que sempre, caímos ambos no radicalismo, vi opiniões bem mais moderadas sendo colocadas depois das nossas!
    abraços e novamente me desculpo pela falta de netqueta! Se aprendi alguma coisa com meu padrasto italiano foi me esquentar rápido! Ou será que isso veio dos espanhóis…
    [como não sei se a censura está no automático, estou mandando por email tb]

  36. A todos:

    Não existe bloqueio de comentários a priori, apenas a moderação automática do próprio WordPress para evitar Spams.

    Eu me reservo o direito, contudo, de bloquear comentários ofensivos e de baixo calão que gerariam como único resultado problemas legais para esse blog.

    Para falar a verdade essa foi a segunda vez que tive que fazer isso e não foi com o seu comentário Aritanã mas com um outro ouvinte que enveredou por caminhos ofensivos para expressar sua opinião, o que não é nosso objetivo aqui.

  37. Aritanã Malatesta,

    Onde exatamente a srta. Carolina afirmou qualquer coisa próximo a “sempre” ao falar de software livre? Aponte o trecho.

    Sentiu-se ofendido com o quê? Releia o trecho: “toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada. E isso é um absurdo (além de ser anti-ético, ilegal e bastante sem vergonha).”

    Você sabe o que “isso” significa? Conhece a diferença entre “isso” e “você”?

  38. então vamos lá, umas coisas que não ficaram claras. Eu nunca paguei essa tal taxa de bay ou BBS ou rapid share ou qq coisa do gênero. No maximo o que eu pago por pirataria é o speed e o terra! mas teria que pagar mesmo que pra poder participar deste papo! Uso freeware a maioria do tempo, sempre que posso, mesmo como auxiliares importantes dos fuckinspensivessoftwares! Sabiam que existe toda uma comunidade preocupada em fazer frewares de warez, ou seja para permitir rodar programas proprietários sem ter que pagá-los? são geradores de senha, emuladores de keys, duplicadores de DVD que quebram seu código, tudo freeware e com instruções para só usá-los com a intenção não lucrativa e de democratização da cultura e da informação! Ainda não encontrei ferramentas de edição de video, frees ou pagas, tão boas como o pacote do Final Cut Studio da Apple! Se duvidam de mim, pesquisem Hollywood. (pros entendidos, sim inclui o AVID nesta frase!). Não mexo com animação 3D, mas entendo bastante e embora respeite o Blender, sei como os fãs de freewere se matam pra fazer no blender, coisas corriqueiras de fazer no Cinema 4D ou no Maia! Com som é mais ou menos assim: ou você tem muita grana e mexe com ProTools, ou tem menos grana é zen e mexe com o Logic Studio da Apple, ou vai fazer plinplon em outro programinha! Animação 2D legal se faz usando vários programinhas free e pagos, todos em orbita de uma estrela binária chamada “ADOBE Photoshop e AfterEffects”, não tem jeito!
    Eu realmente acredito que se abaixassem bem o preço desses programas para o usuário caseiro, mas cobrassem uma taxa alta pelo seu uso em comerciais e produções lucrativas, eles venceriam a pirataria e muitos softwares livre que não cumprem o que prometem, eu prefiro um photoshop, por 100,00 do que um Gimp capenga free! A MS poderia acabar com a pirataria e com o open office lançando o windows e o office de graça para o usuário caseiro! se o DVD custasse 10 e o CD custasse 4 eu nem perdia tempo baixando, e muita gente não comprava pirata! sai mais barata pra indústria formal fazer um CD, que rum pirata, é só a margem de lucro dos caras é que é alta de mais, não o repasse pros artistas, que é minúsculo!

  39. (Ps. Isso foi uma conversa que surgiu em outro blog, tentei reproduzir aqui a conversa mas a sra. Carolina Vigna-Maru, fiel defensora da propriedade privada e dos bons costumes ficou furiaso e pediu que eu retirasse seus comentários do meu blog, em respeito a esse espécie de Tatcher tupiniquim, está feito!)

    É o trecho inserido no post do sr. Malatesta, em seu blog, a título de “está feito“.

    Só para vocês saberem com quem estão lidando.

    Apenas desejo que tudo que este senhor faz lhe retorne em dobro.

    Sem mais,
    Carolina.

  40. Caro Edu,

    Quando ela fala “Você pode – sempre! – optar pelo programa que prefere.”, mas é contra a pirataria e acha correta a política de preços dos softs comerciais, eu repondo “Não não posso, porque os comerciais eu não posso comprar e os freewares simplesmente não dão conta!” ou sou excluido ou sou pirata guerrilheiro, não tenho outra via! Desculpem-me os politicamente corretos, que prendem pixadores e libertam a dona da Daslu! Que mandam polícia pra Usp! E comemoram a construção de uma nova ala do Eintein com dinheiro público com apenas 6% de leitos reservados ao sus! cadê a maquinha de MRI freeware?

    Se aumentarmos a citação para “…é literalmente afirmar que você acredita que toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada. E isso é um absurdo (além de ser anti-ético, ilegal e bastante sem vergonha).” Você vai reparar que ela se refere a mim e não a “isso”!

  41. Sobre o reblog. Como o tema era pirataria, achei interessante fazer o reblog do modo que foi feito, de modo bucaneiro, na calada da noite, de forma zombeteira e até, como algumas crianças esbravejaram, pueril! Realmente eu acho um comportamento de adolescente chato chamar a brincadeira dos outros de coisa de criança, cresçam! Ia justo publicar a fonte e a história, quando passei por aqui antes, e ao ver a reação a lá diretório acadêmico do Mackenzie, me enchi, apaguei tudo do meu blog e só repostei o meu 1º post, sem dar crédito nenhum pra está discussão que não vai chegar a nada, talvez à minha crucificação simbólica em suas cabecinhas! Pena que depois olhando os emails vi que junto foram alguns comentários de apoio a mim, fazer o quê….

  42. Dizer que pode sempre optar é ser taxativo ou liberal?

    Quando ela diz que usa vários sws comerciais e que acha que muitos podem ser substituídos está sendo extremamente flexível e democrática.

    Quem tem cabecinha aqui é vc.

  43. E afinal, vc acredita que toda e qualquer produção artística pode e deve ser copiada?

    Porque isso sim é um absurdo, ilegal, anti-ético e sem vergonha. E aí, sem o pudor que ela teve, deixo claro: estou sim dizendo que vc é anti-ético e sem vergonha.

    Drop dead.

  44. perae, deixa eu chegar minha lista…

    Política já foi. Religião, quase.

    Falta mulher e futebol.

    Ah, Michael Jackson não vale porque já foi homenageado (sinceramente!) na trilha, ok?

  45. Fala freela!

    Tuitei sobre um comentário meu que se perdeu em alguma fenda no espaço/tempo, Mauro. Acabei não refazendo…

    Nele falei sobre doações. Ficou faltando destacar a importância delas para os softwares free e open source e citar os donationwares

    O legal da doação é que é uma forma de reconhecimento muito maior do que a “compra obrigatória”.

    Enfim. Carol, Humberto e Mauro: parabéns. Mais um ótimo episódio!

    Abraços.

  46. Quanto ao BR Office, ele já virou case com algumas empresas de grande porte utilizando-o ao invés do pacote Microsoft.

    Em relação ao resto, sou adeptaço da cultura Open-source, tendo inclusive na minha máquina, a maioria dos softwares citados por vocês.

    Não só um dos melhores FF que já ouvi, como um dos melhores podcasts EVAR: pauta, edição, conteúdo e trilha estão muito bons mesmo.

    Parabéns ao elenco pelo cast! Continuem o ótimo trabalho.

    Grande abraço e sucesso!

  47. Tema complicado. Principalemnte porque me parece que a a maioria da audiencia, assim como eu, ainda esta no começo da carreira freela.
    Mas é do começo que se cria a base para um bom modelo de negócio.

  48. Dae pessoal.
    Bom primeiramente quero me desculpar com a Carol.
    Não dei bronca em ninguém…rsrs
    Acho que a frase não soou como brincadeira.
    Esse negócio de escrita é complicado passar emoção, mas vamos tentar… ahuahuahauhua, buáááááááá

    Ahh, só que num tem acento. lol

    Agora, comentando o Podcast, é muito complicado iniciar com tudo legalizado, mesmo porquê, somos reféns das gigantes como Adobe, Corel, etc.
    Se queremos estar dentro do legalizado, temos que realmente procurar alternativas que atendam sem afetar a nossa qualidade, concordando com o comentário, e aprimorar nosso conhecimento para o objetivo final.
    Para programação, é muito bom termos uma ferramenta que compõe o que precisamos, dando apoio às decisões que estamos tomando para a modelagem.
    Quanto ao valor do software, são realmente muito caros. Mas como fica o leitinho dos desenvolvedores??? Eu sou um, e num gostaria de ver meu software rodando por aí, sem ganhar nada.
    Alternativas Freeware são muito boas, mas se queremos ter aquele desejado Adobe CS4 Design Premium, temos que pagar o preço. E acho que realmente uma alternativa, seria o que a Carol disse, de separar um projeto para o pagamento desse grande pacote.
    Notepad++, Gimp, Scite, Fillzip, BrOffice, OpenSuse, Ubuntu ou ferramentas de edição web, são muito legais. Basta aprender a usá-los.
    Não estou dizendo que eu não uso alguma ferramenta pirata, ainda estou juntando $$ pra legalizar tudo.

    Enfim, se queremos que nosso caminho seja de sucesso, temos que andar no caminho certo.
    Mesmo que isso custe alguns milhares de dolares.
    Sendo bem radical, todo o dinheiro que ganhamos e gastamos, é para termos alguma diversão e bens, o que certamente não vai junto para o caixão.
    Então não custa reduzir um pouco de diversão para Legalizar.
    Legalize já…rsrs

    Espero que eu tenha conseguido passar emoção nesse comentário…rsrs
    E novamente, mil desculpas Carol..rsrs

    Até mais.

  49. Tenho que acordar cedo amanhã “trabalhar” mais não poderia deixar de comentar esse programa que foi sensacional.Gostei muito da sinceridade da Carolina.

    Um forte abraço a todos!

  50. Apesar de estar aprendendo a usar softwares Open Source, se for analisar racionalmente, o Photoshop e o Illustrator são superiores ao Gimp e ao Inkscape. Não só pelas ferramentas a mais, mas pela forma de trabalhar, principalmente o Gimp (talvez esteja errado, não sei…).

    Mas o Inkscape eu uso sem problemas, já se tornou meu programa de vetorização nº1, também uso o Firefox, o Google Chrome o BrOffice (usava o Pidgin, que substituí pelo meebo.com). O Gimp ainda preciso aprender mais pra ver as reais possibilidades do programa, mas toda vez que uso ele, sinto um pouco de burocracia (não sei se essa é a palavra), que deixa o trabalho um pouco mais lento que no Photoshop…

    Bem, mas o importante mesmo é dizer que gostei demais desse podcast, que fiquei conhecendo hoje e este foi o único episódio que ouvi, mas pretendo ouvir mais alguns.

    Estão de Parabéns! Continuem!

  51. Rapaz… eu não conhecia o Fala Freela. Conheci através do Imasters. Ouvi o podcast #30 e não consigo parar de ouvir! Parabéns! Muito bom! Já assinei o RSS.

    (Qual o twitter do Fala Freela????)

    Já estou ansioso pelo próximo podcast!
    Até mais!

  52. Concordo plenamente com o que “Aritanã Malatesta” citou logo acima. Acho distante da realidade da maioria dos profissionais iniciantes investimento em programas originais, e as alternativas gratuitas são infinitamente inferiores, realmente seria lindo se na realidade um “job” já financiasse seu investimento, mas acho utopia…

  53. Nossa!!! Havia concordado com “Aritanã Malatesta”, quando havia lido só o primeiro comentário, depois da discussão acalorada, preciso retirar meu apoio, fiquei até com medo, juro q vou procurar alternativas “free” , afinal também não gostaria de encontras minha criações pirateadas…

  54. Olá pessoal, Boa Noite…
    Ouvi o podcast de vocês e achei muito interessante a idéia de usar software livre.
    No momento ainda estou “preso” a plataforma Windows, mas existem forças maiores me obrigando à migrar para o Linux.
    Conheço alguns amigos programadores que migraram e estão se adaptando totalmente à estas soluções Livres.

    Então é isso.. forte abraço a vocês e parabéns pelo sucesso do Fala Freela!!

  55. Ótimo cast, bem humorado e leve para uma questão que mexe tanto com nosso bolso. Sempre tive problemas em adquirir softwares para trabalhos esporádicos mas como agora vou seguir carreira solo e me sustentar por ela, vou investir assim que possível em softwares originais.

  56. Xaraxtreme tem para Windows também mas é pago. Em caso de Linux eu trabalhei seis mesês só com o Ubuntu linux, usando OpenOffice, Gimp(Photoshop), Xaraxtreme(Illustrator), e Quanta+(Dreamweaver), e digo com sinceridade, existe um bom nível de dificuldade na adaptação e migração, mas dá pra trabalhar tranquilamente com software livre e de código aberto, do Sistema Operacional até as ferramentas para produção final. E ainda dá pra emular e rodar alguns programas de Windows nele. Parabéns mais uma vez pelo podcast.

  57. Houve um comentário no podcast sobre o convênio da Microsoft com a universidade. Essa cópia que os estudantes podem obter, além de serem válidas apenas enquanto são estudantes (acho que pesquisadores também estão incluídos), não pode ser usada para desenvolvimento comercial, apenas para fins de ensino e pesquisa. Até a universidade tem restrições p/ uso desses softwares: pode, por exemplo, montar laboratórios de ensino com esses Windows, mas não rodar a própria infraestrutura (por exemplo, as cópias de Windows da secretaria). O Visual Studio fornecido pode ser usado p/ pesquisa, mas não para desenvolver o sistema de matrículas da universidade. E por aí vai.

  58. Bem tenho um escritório de digitação e formatação de textos, fazemos muitos trabalhos de digitações de livros, capitulos e mais capitulos de livro, um dia recebi uma encomenda pela NET para copiar um livro e mandar em formato Word para a cliente, claro vendi o livro digitalizado, claro com um custo bem maior que o livro, queria saber se é inlegal isto que fiz
    obrigado
    a.ademiraoliveira@hotmail.com

  59. Oi Ademir,

    Se você tem os direitos do livro, não fez nada ilegal. Se obteve permissão dos editores, tudo bem. Senão, foi ilegal sim.

    abraços

  60. Creio que cada um deve seguir a sua idéia, acho simplesmente genial a licença GLP, creio que por mais que demore, a metodologia open source algum dia irá dominar o mercado, mas hoje isso é uma realidade muito distante.

    Na área de ilustração eu tenho condições de comparar o GIMP ao Photoshop, mas no desenvolvimento de interfaces eu discordo sobre o que a Carolida disse “Gimp dá conta de sobra.”.

    Em layouts e edições simples, assim como as sitadas talvez isso seja pertinente, mas no desenvolvimento de um layout complexo, o GIMP não oferece recursos necessários para um desenvolvimento rápido. Hoje falta recursos muito básicos no GIMP, a maioria já foram solicitados pelos os usuários os exemplos mais expressivos são:

    Ferramenta de redimensionamento de imagem
    O GIMP, oferece ícones redundantes em sua barra de ferramenta, um ícone para rotacionar, outro para redimensionar, inclinar, perspectiva e espelhar. Com esseção do ícone espelhar, todos os outros descritos são feitos através de um único ícone no PS, modificando-o através de atalhos.

    Organização e opções de camadas
    O GIMP não oferece um modo de organizar as camadas, embora a nova versão 2.8, talvez possua esse recurso, a versão estável atual aglomera todas as camadas criadas, isso acarreta em diversos ipensílios na hora de organizar um layout. A solução para esse caso, é a criação de cada módulo do site de forma independente, juntando depois em um único arquivo, ocasionando em uma grande perda de tempo.
    Outro fator crucial adianta muito no PS que é de extrema ausência no GIMP, são os layers effects, que auxiliam de forma extraordinária a customização das camadas. Script Fu, Pyton Fu e Alpha para Logo, tentam criar efeitos similares, porém, muito inferiores, gerando até arquivos separados do atual.

    Pré-Visualização
    Outro fator que atrasa muito no GIMP, são as pré-visualizações, que em muitos filtros não existem, e quando existe não é um padrão, pois cada filtro emite uma janela de pré-visualização diferente.

    Formato de Janelas
    Isso é uma questão que todo mundo levanta a muito tempo, mesmo sabendo disso agora na versão 2.3, é que talvez um novo formato da organização das janelas do GIMP.

    A falta de programas para o desenvolvimento de interfaces, talvez seja o grande motivo da não migração dos designers, sinceramente já tentei por diversas vezes desenvolver um layout complexo no GIMP, mas demoro 8 vezes mais de algo que eu faria melhor e mais rápido no PS, já tentei até utilizar o Inkscape para desenvolver layout, mas também não obtive sucesso, pois cada vez que digitava mais, mais lento o aplicativo ficava. Faça o teste no Inkscape, vá em extensões > texto > Lorem Ipsum, coloque o valor desejado, adoro essa extensão. Agora tente mover o texto criado e perceba a lentidão do software.

    Não sou contra o GIMP, pelo contrário, torço para que essa nova versão seja um sucesso, e creio que se todas as especificação que estão descrevendo forem desenvolvidas, não tenho dúvidas que o GIMP irá crescer muito entre os desenvolvedores de interfaces. Creio que a questão fundamental, está em aceitar sugestões, pois os desenvolvedores do GIMP, muitas das vezes parecem que fecharam os olhos para a sugestões dos usuários, que exaustivamente solicitaram modificações sensatas.

  61. Aprendi o seguinte conceito: Só porque o não posso comprar um carro, não significa que tenho o direito de roubá-lo ou pegar da concessionária ou de algum estacionamento e dirigi-lo. Não acho nenhum software caro, acho que eu é que sou pobre. Isso me motiva à estudar mais, me especializar mais, cobrar mais e conseqüentemente, ganhar mais para poder adquirir o que eu quero. Já vi gente reclamando de preços de software tendo uma TV de 5000 em casa e naum usar tanto quanto usa o Photoshop.