Livro: O Jogador Número 1, Ernest Cline. O documento da geração sem lenço.

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De tempos em tempos, autores disputam a primazia por escrever a obra de sua geração. Isso pode nos levar a caminhos insuspeitos, de libelos como “Mein Kampf“, a delírios pseudo-científicos de um “Neuromancer“.

E, em ambos os casos o leitor é apresentado às causas do seu tempo e assim, escolhe engajar-se ou não no clima predominante quando à época de sua passagem pelo planeta.

A obra de estréia de Ernest Cline, O Jogador Número 1, não tem essa pretensão, mas, pode muito bem candidatar-se ao posto de romance representativo da segunda década do século XXI.

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