The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

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Este curta metragem fez sucesso em 2011, tendo sido vencedor de vários prêmios (inclusive o Oscar de melhor curta de animação), gerando até um app com um spin-off interativo. Pare 15 minutos hoje, menos do que o que você leva para ir pegar café no corredor, e entregue-se. Vai valer a pena, acredite. No poder dos livros. “The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore” é uma produção que evoca o poder que existe em dedicar sua vida a arte de contar histórias. E do que elas são capazes de…read more

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The Book that can´t wait – Editora portenha cria livros que desaparecem em contato com o ar

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Sabe aquela lista de leitura, aquela pilha de papéis que não pára de crescer e o obriga a passar por um ritual diário de auto-flagelo? Posso ouvir você: “Desse final de semana não passa, vou começar a ler o Cemitério de Praga”. Pois é, a editora Eterna Cadencia deu um passo à frente de sua procrastinação criando uma coletânea de livros com uma tinta especial, também desenvolvida por eles, que desaparece em dois meses quanto submetida a duas substâncias bem comuns: ar e luz. O invento já tem feito algum…read more

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O futuro da humanidade é a babaquice. E isso não me surpreende mais.

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Aos saudosos Mussum, Dicró, Moreira da Silva e Tião Macalé, A coisa está feia por aqui, meus compadres. Imaginem que, mal vocês subiram para o andar de cima, fomos invadidos pela tsunami do politicamente correto, espécie de alergia moral que faz a todos torcerem o nariz, senão espirrar, ao mínimo sinal de humor tipicamente nacional. Lembra quando vocês gritavam “Urubuzis é a mãezins!”, ou ainda “Nojento…tchan…”, ou ainda tiravam onda com os otários que não subiam o morro? Pois é, até que provem o contrário, este tipo de abordagem é,…read more

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Tema de Guerra nas Estrelas só no vocal, por Nick McCaig

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Nick McCaig tem a força, não há dúvida. Foram 300 horas de edição após captar as 90 faixas da partitura original do tema de Guerra nas Estrelas que, caso você tenha vindo de alguma província distante e nunca tenha ouvido falar, foi composta por John Williams. Aos ouvidos mais atentos, peço paciência por algum auto-tune aqui e ali, ok?

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Scott Wade faz arte com a poeira no seu carro

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Lembra quando você escrevia “Lave-me” no vidro empoeirado do carro do vizinho e se achava um cara bastante criativo? Pois é, daí chegou o Scott Wade e elevou alguns degraus (ou escadas) o nível da coisa. Confira no vídeo abaixo e na galeria ao final do post.   Via: DesignBoom

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ECAD, Youtube e blogs. Por quem o direito autoral deve ser defendido?

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Você está caminhando pela rua da Alfândega no Rio de Janeiro e ouve o inevitável “ai, seu eu te pego, ai, ai…”. Enlevado pela saliência de tão bela canção, você começa a assoviar. Não mais do que de repente, por de trás de uma bancada de calcinhas vendidas a R$ 10 a dúzia, surge um fiscal com prancheta na mão. – Senhor, são R$ 352,59, senhor. – As calcinhas? – Não, não, a taxa por ter assoviado a música do Michel Teló Pode parecer absurdo, mas é exatamente isso que…read more

[Vídeo]. Pessoas voando em Nova York

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Brincadeira “muito bem bolada”, como diria o mestre Sílvio Santos, pelos céus de Nova York. Três aeroplanos em formato humano, em grandes aventuras pela cidade grande. Claro que teve japonês parando para filmar. É um pássaro, é um avião? Sim é.

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The Joy of Books. Animação stop-motion para bibliófilos

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Um Toy Story só de livros. Essa é a melhor forma de descrever esse simpático filmete em stop motion, criado pelo casal Sean e Lisa Ohlenkamp, donos da livraria Type, no Canadá. Sim, eles têm uma livraria e ainda fazem filmes de animação. A trilha foi composta e gentilmente cedida por Grayson Matthews. Não é a primeira peripécia da dupla no mundo da animação. O vídeo experimental “Organizando prateleiras” é também bem interessante.

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Documentário na íntegra:The Land where the Blues began

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O folclorista Alan Lomax já havia percorrido o delta do Mississipi nos anos 30 e 40 junto a seu pai em uma missão para a Livraria do Congresso americano: registrar a música original, seminal, religiosa e espiritualista que deu origem a um dos mais tradicionais ritmos americanos, o Blues. Na época ele tinha apenas 18 anos e os equipamentos, claro, eram bem rudimentares. Ciente de que os representantes e as histórias envolvendo este estilo musical rapidamente desapareceriam, na década de 70 ele volta ao mesmo ambiente para registrar, pela última…read more

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A evolução dos hipsters

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Engraçado, inteligente, com barba e gola rolê. Direto da turma do Gloove&Boots.

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