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Maio de Descobertas
Um ano que começa em seu quinto mês, em busca de uma voz que já havia encontrado antes de tudo o que de fato aconteceu através de mim.
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Sobre a Artesania do texto. Maio25#3

É uma Alquimia de vontades, é temperar com seu tempo íntimo sua interpretação das coisas que o cercam. É pessoal, inalienável e, por isso mesmo, necessário.

Acordo e decido explicar por que a artesania do texto é uma das únicas provas de resistência possíveis no mundo da criação estatística que nos assombra. Acredito ser pertinente explicar no artigo desta semana, que o Maio de Descobertas é constituído por uma série de textos introdutórios que dão sustentação à nova fase do projeto […]

By Mauro Amaral Posted in Maio de Descobertas on 20/05/2025 0 Comments Continue reading
O mundo pelo olhar de todas as coisas do Mundo. Ou: A voz. Maio25#2

Onde revelo um exercício de alteridade que me acompanha desde sempre. O impacto da arte a serviço. E A Voz.

Quando me projeto no viver de todas as coisas, sou eu mesmo aquela existência. O que volta de lá é mais do que foi. Quando decido contar, tenho uma forma particular de fazê-lo. É sobre ela que vou escrever agora. Abro os olhos em tempo de recobrar o equilíbrio enquanto correntes quentes de ventos de […]

By Mauro Amaral Posted in Maio de Descobertas on 13/05/2025 0 Comments Continue reading
Onde explico sobre o MAP, o Momento Analógico Possível. Maio25#1

É o momento de recomeçar a partir da plataforma que me abraça, o texto.

Sinto que começa pelo estômago: quando não queima, estou no ritmo certo. Quando ele se mostra inconstante, trêmulo e aquecido é porque deixei as notificações, a instabilidade dos momentos que querem viver como moscas de banana  acontecendo ao mesmo e em pouco tempo e os prazos de outras vidas tomarem o protagonismo de certa paixão […]

By Mauro Amaral Posted in Maio de Descobertas, Nós on 05/05/2025 0 Comments Continue reading
A morte do autor, vida longa ao autor.

Minha vida não é sobre pensar se a tecnologia vai engolir a carpintaria do texto. É assumir que ela é a única artesania que vai resistir APESAR do que as ferramentas dirão.

Em 1967, Glauber Rocha lançou Terra em Transe, uma das mais marcantes alegorias do colapso institucional e da falência da figura do intelectual público. Mais de meio século depois, estamos talvez diante de um novo transe — não mais alimentado por ditaduras, mas por algoritmos. A alegoria agora é cibernética, e a derrocada da intelectualidade ocorre não sob […]

By Mauro Amaral Posted in Maio de Descobertas on 27/04/2025 0 Comments Continue reading

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