Direto do fluxo da minha consciência para os ouvidos da sua. Antena que quer ser auto-falante, instalado na tríplice fronteira entre tecnologia, comunicação e cultura.
Direto da tríplice fronteira entre tecnologia, comunicação e cultura. Um projeto no seu próprio ritmo e também sobre os bastidores de minha vida de produtor de conteúdo.
Sobre a Artesania do texto. Maio25#3
Acordo e decido explicar por que a artesania do texto é uma das únicas provas de resistência possíveis no mundo da criação estatística que nos assombra. Acredito ser pertinente explicar no artigo desta semana, que o Maio de Descobertas é constituído por uma série de textos introdutórios que dão sustentação à nova fase do projeto […]
O mundo pelo olhar de todas as coisas do Mundo. Ou: A voz. Maio25#2
Quando me projeto no viver de todas as coisas, sou eu mesmo aquela existência. O que volta de lá é mais do que foi. Quando decido contar, tenho uma forma particular de fazê-lo. É sobre ela que vou escrever agora. Abro os olhos em tempo de recobrar o equilíbrio enquanto correntes quentes de ventos de […]
Onde explico sobre o MAP, o Momento Analógico Possível. Maio25#1
Sinto que começa pelo estômago: quando não queima, estou no ritmo certo. Quando ele se mostra inconstante, trêmulo e aquecido é porque deixei as notificações, a instabilidade dos momentos que querem viver como moscas de banana acontecendo ao mesmo e em pouco tempo e os prazos de outras vidas tomarem o protagonismo de certa paixão […]
A morte do autor, vida longa ao autor.
Em 1967, Glauber Rocha lançou Terra em Transe, uma das mais marcantes alegorias do colapso institucional e da falência da figura do intelectual público. Mais de meio século depois, estamos talvez diante de um novo transe — não mais alimentado por ditaduras, mas por algoritmos. A alegoria agora é cibernética, e a derrocada da intelectualidade ocorre não sob […]
Previous page Next page