Há pelo menos dois anos uma ideia não sai da minha cabeça: o trabalho criativo, antes libertário, vive hoje contínua rotina de submissão, delegando à decisões puramente financeiras toda a sorte de escolhas criativas na indústria de comunicação, da cultura e das artes a serviço de forma geral. Não que isso seja inteiramente novo ou exclusivo deste segmento: todo o mundo está financeirizado e precarizado. Do táxi à pizza.
Este rápido ensaio é, antes, sobre outro conceito, o da expansão dessa submissão a um tal estado de coisas que a própria agência humana começa a dar sinais de estar obsoleta. Nesse cenário tomamos por dado aquilo que poderia ser revisto. Por definitivo aquilo que precisa ser repensado. Imparável o que, em síntese, é única luta que importa. Pois depois dela, não há mais sequer o conceito de embate.
Comecei a partir da identificação de certo padrão envolvendo essa rotina de submissões. Estudei isso profundamente ao mergulhar equipado com metodologias várias no oceano profundo na cena dos podcasters independentes (o que deu origem a esta dissertação) e os vendo se submeterem na mesma sequência a determinados formatos e papeis que a emergência de um meio de distribuição plataformizado impunha.
Como resultado deste aprofundamento, notei que esses papeis estão dispostos de tal forma em uma linha do tempo recente (20 anos, se tanto), que levou a figura do criador a se posicionar cada vez mais distante da propriedade de sua criação.
Naquela primeira fase de expansão de projetos criativos de conteúdo, que poderíamos localizar entre 2007 e 2014, tão logo um escritor, fotógrafo, músico, designer, podcaster, ilustrador… tivesse em mãos um projeto nascente, algo de autoral com potência suficiente para construir base, comunidade, audiência e público, um modelo de negócio se impunha como a única medida de sucesso possível.
Para feito do debate proposto aqui, cabe lembrar que soam irrelavantes qualquer um dos caminhos possíveis hoje para modelo de negócio (se assinatura, se publicidade). O meu ponto é que domados, submetidos por este imperativo, portanto, criadores se viam em meio às suas dúvidas corriqueiras, planejando a expansão de sua ideia original em função da premissa: só é projeto, se tiver um modelo de negócio atrelado a ele.
Desta forma, criavam narrativas que colaborassem para o crescimento de sua base de assinantes – caso seguisse pela opção de colaboração direta – , ou para a retenção de atenção de audiências “cegas”, tendo optado por publicidade.
Seria impossível imaginar modelos híbridos? Sim. Mas, acredite, não faz diferença aqui. O que conta e ter um modelo de negócio como a única forma de atestar a sua existência.
A questão é que muitos e muitos projetos surgiram. E com eles, muitos e muitos conteúdos. Muitos mesmo: mais do que produzimos em toda a história humana.

E daí quem dominava as plataformas por onde todas estas narrativas (e modelos) circulavam começou a criar barreiras, filtros, bolhas… ou como você já deve ter lido por aí, os algoritmos.
A partir desta nova fase, além de pensar no modelo de negócio que embalaria a alma de seu projeto criativo, você começaria a produzir mais e mais para poder ser escolhido, sorteado, bem avaliado nas engrenagens destes filtros e, assim, poder chegar a base que já havia construído. E quem em tese seguiu você, não o algoritmo.
Reparem no inusitado: ali por 2015, 2016… você, lírio dourado da criatividade humana, teve aquele lampejo serelepe e lançou seu projeto. Atraiu uma turma de pessoas que curtiram a sua vibe. Você as chamou de audiência.
Sabendo como as coisas funcionavam, cercou essa pequena parte de sua alma criadora de um modelo de negócio. E, agora, precisa torcer para sua mensagem chegar a quem já gosta dela. Ou, pagar para isso.
Percebam: a primeira submissão impôs a premissa da viabilidade comercial; a segunda atou um grilhão ao desenvolvimento livre desta ideia. Ou paga, ou some.
Hoje volto ao tema porque sinto que esse tal estado de coisas se expandiu. Se até 2023, um projeto criativo passava por dois modelos de submissão, hoje, já é seguro afirmar e atestar a emergência de um terceiro: o protagonismo agêntico.
Com o crescimento avassalador do uso de modelos de linguagem e de geração de imagens e vídeos, e da posterior automatização de seu funcionamento, demos alguns passos além da relação de submissão direta. Todos os dias, mais e mais indícios apontam que a própria agência humana foi posta em questão.
Agora, o criador é um eco estatístico utilizado como massa a ser triturada por engenhosos papagaios estocásticos, por sua vez excelentes em interpolar informações – isto é, recombinar e reorganizar o que já existe, conectando pontos conhecidos de formas impressionantes – mais do que qualquer um de nós jamais conseguiria.
O curioso aqui é que eles permanecem incapazes de extrapolar novos conceitos: de saltar para além do território conhecido e criar algo verdadeiramente original que transcenda o corpus de seu treinamento. Essa continua sendo a fronteira exclusiva da criatividade humana.
Assim, ao automatizar processos criativos inteiros, ao inundar o espaço onde quase 2 bilhões de serem humanos já regorgitavam mais conteúdo do que seríamos capaz de digerir com ainda mais conteúdo automatizado, a síntese da criação humana encontra sua submissão final, qual seja, a da inutilidade.
Em pouco mais de 15 anos, quem ousou criar um projeto para a indústria criativa teve que aprender a encaixá-lo em um modelo de negócio viável e se submeteu como bom empreendedor de si mesmo (sic); depois, precisou aprender a jogar o jogo das plataformas e alimentar os algoritmos com mais conteúdo ou dólares… e agora, ao final de 2025, começa a perceber que talvez tenha sido superado.
Estudos recentes parecem adicionar camadas complexas a esse diagnóstico. Uma pesquisa de Haase & Hanel (2023) mostrou que a IA generativa alcançou paridade com a criatividade humana em testes controlados. Mas os próprios pesquisadores fazem uma ressalva importante: os processos de geração de ideias diferem entre humanos e máquinas. Não é uma revolução criativa, portanto. É a sofisticação extrema da interpolação.
Outro estudo revelou algo ainda mais perturbador: a IA “aprimora a criatividade individual mas reduz a diversidade do conteúdo coletivo“. Ou seja, você, criador individual, pode até se sentir potencializado. Mas coletivamente, estamos produzindo uma cultura homogeneizada, convergente, limitada ao que as máquinas já viram.
E quando descobrimos que apenas 9,4% dos humanos superam o sistema mais avançado, não é porque somos deficientes – é porque a maioria já internalizou os padrões algorítmicos. Já nos transformamos, voluntariamente, na massa a ser triturada.
Uma pesquisa da Springer (2024) sobre os limites da geração de máquina aponta para onde devemos olhar: cognição incorporada, profundidade emocional, considerações éticas. O que permanece exclusivamente humano.
A saída não está em competir com a capacidade de interpolação das máquinas. Está em cultivar conscientemente nossa capacidade única de extrapolação. De saltar para além do território conhecido. De transcender o corpus existente e criar algo genuinamente original. Esta não é uma batalha tecnológica. É uma redescoberta do que nos torna insubstituíveis.
Para onde iremos então? Como imaginar padrões e comportamentos que possam recuperar ou não deixar ir o protagonismo criativo? Pensei em algumas soluções…
Os seis passos abaixo não são apenas reflexões – são diretrizes práticas para criadores que querem escapar do ciclo de submissões. Baseado em pesquisas recentes e metodologias testadas, aqui estão exemplos concretos e passo a passo para cada uma.
A primeira e mais fundamental resistência à submissão começa com a descoberta e cultivo de sua voz única. Em um mundo saturado de conteúdo homogeneizado, a autenticidade tornou-se o recurso mais escasso e valioso. Não se trata apenas de “ser autêntico” – um termo que virou chavão vazio -, mas de desenvolver conscientemente uma perspectiva que só você pode ter.
Sua voz emerge da intersecção única entre suas experiências vividas, seus valores inegociáveis e sua forma particular de interpretar o mundo. Isso exige vulnerabilidade intelectual: a coragem de expressar opiniões que vão contra correntes estabelecidas, de compartilhar fracassos que moldaram seu pensamento, de defender posições mesmo quando não são populares.
A voz autêntica não é um produto final, mas um processo contínuo de escavação interior e expressão externa. Ela se desenvolve através da prática constante de escrever, falar e criar a partir de seu núcleo verdadeiro, não de fórmulas externas.
Quando você encontra sua voz, está encontrando seu lugar insubstituível no cosmos criativo – aquele território onde nenhuma IA consegue pisar porque foi construído com a argamassa de sua experiência humana específica.
Exercícios práticos de descoberta:
Passo a passo para desenvolver sua voz:
Ironicamente, a superabundância de conteúdo criou uma escassez de atenção e significado. A resposta não está em produzir mais, mas em produzir melhor. A simplicidade, neste contexto, não significa superficialidade – significa destilação.
É a arte de extrair a essência do que você tem a dizer e apresentá-la de forma cristalina. Cada projeto seu deveria passar pelo teste fundamental: “Isso só poderia ter sido criado por mim?”
Se a resposta for não, você está contribuindo para o ruído, não para a clareza. A verdade que só você possui emerge da intersecção entre sua expertise única, suas experiências específicas e sua perspectiva particular sobre o mundo. É o território onde você não precisa competir porque não há competição – é exclusivamente seu.
Esta abordagem requer coragem para dizer não a oportunidades que não se alinham com seu núcleo, disciplina para resistir à tentação de seguir todas as tendências, e sabedoria para reconhecer que sua contribuição mais valiosa pode ser justamente aquilo que vai contra a corrente do momento.
A Estratégia “Anti-Conteúdo”:
Implementação prática:
A dependência de plataformas externas é uma das formas mais insidiosas de submissão criativa. Quando você constrói sua presença exclusivamente no Instagram, YouTube, TikTok ou LinkedIn, está essencialmente arrendando um terreno que não lhe pertence, sujeito a mudanças de algoritmo, políticas de conteúdo e até mesmo ao desaparecimento da plataforma.
A propriedade da sua audiência é a diferença entre ter um negócio e ter um hobby subsidiado por gigantes tecnológicos. Owned media significa criar canais diretos de comunicação com seu público – principalmente email, mas também incluindo seu próprio site, podcast ou newsletter.
É a diferença entre ser um inquilino e ser proprietário no mundo digital. Esta estratégia exige paciência e disciplina: construir uma lista de email orgânica é mais lento do que ganhar seguidores, mas é infinitamente mais valioso a longo prazo.
Cada pessoa na sua lista de email escolheu conscientemente receber seu conteúdo, criando um relacionamento baseado em valor percebido, não em capricho algorítmico. Quando você possui sua base, possui sua independência criativa e econômica. Pode pivotar, experimentar e evoluir sem pedir permissão a nenhuma plataforma.
Estratégia de “Owned Media”: o que pesquisas recentes mostram é que 78% dos criadores bem-sucedidos têm email como canal principal de receita. A pergunta crucial é: se todas as plataformas sumissem amanhã, você conseguiria falar com sua audiência?
Framework dos 90 Dias para propriedade da audiência:
Uma audiência não é um público passivo esperando para ser bombardeado com conteúdo. É um organismo vivo, respirante, que cresce, muda e evolui junto com você. A mentalidade de “construir e eles virão” morreu junto com a era pré-algoritmos.
Hoje, a sustentabilidade criativa depende da sua capacidade de crear uma relação simbiótica com sua base – onde você não apenas fala para eles, mas escuta, aprende e se adapta baseado no feedback contínuo.
Isso significa abandonar o ego de “expert que sabe tudo” e abraçar o papel de “curador-colaborador” que facilita conversas, identifica necessidades emergentes e co-cria soluções junto com sua comunidade. A evolução conjunta é especialmente crucial em um mundo onde mudanças comportamentais acontecem em meses, não anos.
Sua audiência de 2023 não é a mesma de 2025 – seus contextos mudaram, seus problemas evoluíram, suas expectativas se refinaram. Quem não evolui junto, fica para trás.
A diferença entre criadores que prosperam e os que estagnam está na capacidade de manter um diálogo genuíno e contínuo com quem os acompanha, tratando cada membro da audiência como um colaborador no processo criativo, não apenas um consumidor passivo.
Estratégias de Community Building:
Sistema de evolução contínua:
A relação com a inteligência artificial é o divisor de águas entre criadores que serão engolidos pela automação e aqueles que a utilizarão para amplificar sua humanidade única.
A tentação é usar IA para substituir o trabalho criativo – deixar que ela escreva, desenhe, edite e até pense por você. Esse é o caminho para a irrelevância. A abordagem inteligente é identificar onde a IA pode acelerar processos técnicos, liberando mais tempo e energia mental para o que só você pode fazer: pensar de forma original, conectar ideias aparentemente disparatas, aplicar contextos emocionais complexos, tomar decisões éticas nuançadas.
IA é excelente para interpolar – combinar padrões existentes de formas sofisticadas. Mas você é insubstituível na extrapolação – saltar para além do conhecido e criar algo genuinamente novo. O framework ideal é usar IA como um assistente superinteligente que cuida das tarefas operacionais (pesquisa, formatação, otimização, primeiras versões), enquanto você se concentra na visão, no insight, na perspectiva única e na decisão final.
Quando bem implementada, a IA não te substitui – te liberta para ser mais humano, mais criativo, mais você. É a diferença entre ser domesticado pela tecnologia e domesticá-la para seus propósitos criativos.
Framework de IA Criativa:
A chave está em usar IA como “helper”, não substituto. Use IA para acelerar tarefas técnicas, mantenha criatividade humana. O workflow ideal é 70% humano (ideia, perspectiva, experiência) + 30% IA (otimização, velocidade).
Passo a passo para integração inteligente:
A capacidade de detectar sinais iniciais e antecipar transformações tornou-se uma competência essencial para criadores independentes. Não se trata de seguir modismos ou pular de trend em trend – isso é reativo e te coloca sempre um passo atrás.
O monitoramento estratégico é sobre desenvolver antenas sensíveis para captar mudanças comportamentais, tecnológicas e culturais antes que se tornem óbvias para todos.
É a diferença entre surfar a onda e ser atropelado por ela. Criadores que prosperam cultivam uma rede de fontes diversificadas, mantêm conversas com innovators de diferentes setores e desenvolvem a habilidade de distinguir padrões persistentes de ruído temporário.
Esta vigilância estratégica não é paranoia – é inteligência competitiva aplicada ao trabalho criativo. Quando você consegue identificar uma mudança estrutural seis meses antes da massa, tem tempo para se posicionar adequadamente, experimentar novas abordagens e se adaptar sem pressa.
O custo de não prestar atenção às mudanças é alto: irrelevância. Mas o benefício de estar atento é transformador: você se torna um early adopter que influencia mudanças ao invés de apenas reagir a elas.
Diferencia tendências estruturais de modismos temporários. Observe sinais fracos: mudanças comportamentais antes que virem mainstream.
Rotina semanal de monitoramento (30min):
Review mensal (2h):
Planning trimestral (meio dia):
Mês 1: Desenvolva sua voz única (dica 1) + configure owned media (dica 3)
Mês 2: Aplique princípios de simplicidade (dica 2) + integre IA de forma inteligente (dica 5)
Mês 3: Intensifique engajamento com sua base (dica 4) + implemente sistema de monitoramento (dica 6)
Mês 4+: Otimização contínua baseada em feedback e dados reais
A resistência à submissão final não está em competir com as máquinas na capacidade de interpolação. Está em cultivar conscientemente nossa capacidade única de extrapolação – de saltar para além do território conhecido e criar algo genuinamente original.
O que vivemos não é o fim do trabalho criativo, mas sua redefinição mais radical. As três ondas de submissão – aos modelos de negócio, aos algoritmos, e agora às IAs – nos trouxeram a um ponto de inflexão crítico. Podemos aceitar a narrativa determinista de que somos apenas mais uma etapa antes da automação total, ou podemos reconhecer que cada onda de submissão também revelou, por contraste, o que é verdadeiramente insubstituível em nós.
A máquina pode combinar padrões com sofisticação crescente, mas não pode viver a experiência humana que informa a criação autêntica. Não pode carregar cicatrizes, dúvidas, contradições. Não pode hesitar diante de uma escolha ética complexa. Não pode sentir o peso de uma responsabilidade criativa. Não pode cultivar uma voz que emerge de décadas de vida vivida, de erros cometidos, de relacionamentos construídos.
O caminho de resistência que proponho não é luddita. Não se trata de rejeitar a tecnologia, mas de domesticá-la conscientemente para nossos propósitos criativos. As seis estratégias apresentadas – desenvolver voz única, simplificar radicalmente, controlar canais próprios, evoluir com a audiência, integrar IA inteligentemente e monitorar mudanças – formam um sistema integrado de agência criativa no século XXI.
Esta agência se constrói na escolha diária de não delegar nossas decisões mais importantes. De não terceirizar nossa criatividade para algoritmos ou plataformas. De não aceitar a conveniência da submissão em troca da dificuldade da autonomia.
Esta não é uma batalha tecnológica. É uma redescoberta do que nos torna insubstituíveis. E essa redescoberta começa hoje, com a próxima escolha criativa que você fará – consciente de que ninguém, nem nada, pode fazê-la por você.
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Sim, tem links para tudo o que falei acima. Tem palestra, artigo, livro, post e tudo o mais:
Estudos Acadêmicos sobre IA e Criatividade
1. Paridade criativa entre IA e humanos – Estudo de Haase & Hanel (2023) que demonstra como IA generativa alcançou paridade com criatividade humana em testes controlados, mas com processos diferentes
2. Homogeneização cultural – Pesquisa revelando que IA “aprimora criatividade individual mas reduz diversidade do conteúdo coletivo”
3. Limites da IA – Pesquisa Springer (2024) sobre limitações da geração automática, apontando para cognição incorporada, profundidade emocional e considerações éticas como território exclusivamente humano
4. Produção de conteúdo – Dados sobre como produzimos mais conteúdo do que em toda a história humana
Estratégias de Desenvolvimento de Voz Autêntica
5. Exercícios de descoberta de voz – Workshop de brand voice com 7 exercícios comprovados, incluindo o “Exercício dos 3 Pilares”
6. Padrões de linguagem – Guia para identificar e desenvolver padrões de escrita pessoais
7. Autenticidade vs fórmulas – Framework de autenticidade focado em desenvolver “personagem alinhado com sentimentos” ao invés de seguir fórmulas prontas
Estratégias “Anti-Conteúdo” e Simplicidade
8. Movimento slow content – A estratégia “anti-conteúdo” focando em menos volume, mais impacto intencional
9. Release vs Post – Metodologia de “lançar” conteúdo como produtos com antecipação e contexto, ao invés de postar compulsivamente
10. Regra 80/20 para conteúdo – Princípio do “slow content movement” aplicado à criação focada
Estratégias de Owned Media (Propriedade da Audiência)
11. Estatísticas de email marketing – Pesquisa mostrando que 78% dos criadores bem-sucedidos têm email como canal principal de receita
12. Framework 90 dias – Estratégia “escape the algorithm” para conquistar propriedade da audiência em 90 dias
Community Building e Evolução de Audiência
13. Member-first growth – Estratégias de crescimento priorizando necessidades da base existente
14. Engajamento significativo – Técnicas para criar conexões que geram loyalty, não apenas likes
15. Co-criação – Metodologias para envolver audiência no processo criativo
Framework de IA Criativa
16. IA como helper – Pesquisa sobre usar IA para acelerar tarefas técnicas mantendo criatividade humana
17. Workflow híbrido – Framework 70% humano + 30% IA para integração inteligente
Monitoramento de Tendências
18. Tendências estruturais vs modismos – Metodologia para identificar mudanças estruturais de 2025
19. Sinais fracos – Técnicas para observar mudanças comportamentais antes que virem mainstream
20. Ferramentas de monitoramento – Plataforma para tracking de tendências de conteúdo