Sons de um hiato em três atos – Penso#22

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Tudo o que se imagina viver quando se entra em quarentena é o silêncio do tédio. Mas, se tem uma coisa que aprendi nesse período histórico que estamos encarando – e que para mim começou no dia 13 de março de 2020 – inclusive com o tempo real do acontecimento registrado aqui é que o silêncio do tédio nesse recorte de 2020 é como aquela camada de lava que se solidifica em segundos quando em contato com o mar, que parece rocha, mas esconde uma ebulição incandescente. Além de formar as ilhas do Hawai, é claro.

E foi assim que todos esses dias transcorreram. Como um rio primordial de fogo vivo que correu para um mar que aparentava ser tranquilo. Daí, no lugar do silêncio, o período poderia ser melhor descrito por outra de suas camadas, essa, inclusive, raiz de meu estudo…ou seja como um emaranhado de novos sons.

Uma paisagem sonora selvagem e atribulada que começou com uma tentativa de programas diários, precipitou o retorno de um projeto que está no ar desde quando podcast sequer era uma palavra comentada fora de seu pequeno grupo de produtores e até mesmo viu chegar os primeiros clientes nessa mesma esfera criativa.

Resultado: sumi daqui, justamente, porque apareci em muitos outros lugares. Horas e horas, autorais ou contratadas, onde o contar histórias em áudio assumiu um misto de protagonismo e tábua de salvação em tempos sombrios. 

Sim, ao mesmo tempo em que planejo a entrega final das três primeiras disciplinas do meu Mestrado em Tecnologias de Comunicação e Cultura, estudando os produtores independentes de podcast, precisei reinventar a atuação com a minha pequena produtora, ouvir a sereia do mercado mais intensamente e, ainda assim e apesar disso, encarar um novo formato de aulas.

Do primeiro registro da minha voz até o dia de hoje, minha ideia de pesquisa tem mudando constantemente. Quem tentar se arriscar a jornada de encarar um Mestrado em Comunicação como descrevi no Penso#17, é bom que tenha isso em mente: a metáfora do rio de lava segue firme aqui, pois tudo muda ao tempo todo. Mas, deixemos isso para o final desse episódio.


Agora é importante sinalizar alguns aprendizados dessa nova configuração, desse novo campo de forças que são as aulas online em plataformas como Zoom, Google Meet, Webex entre outras.

Aprendizado número zero.
Sou muito vazio sem aquilo que move o meu coração.

E, ele, hoje, é repleto da necessidade de compreender a nossa habilidade de contar histórias em áudio e de como isso tem se tornado um palco para muitos tensionamentos que vão do aparato tecnológico necessário para tal, até a necessidade de permitir vozes discordantes em um momento tão delicado.

E, claro, de registrar esses aprendizados nesse projeto aqui.

Aprendizado número 1
Vocação e heroísmo são palavras vazias quando tentamos qualificar educadores em 2020.

Eu sempre ficava pensando que – se para nós em alguns momentos a rotina de ficar em frente a uma webcam, reforçando e fazendo perguntas de suporte (estão me ouvindo, minha câmera está ok, vamos esperar mais 10 minutos até todos chegarem…) era cansativa, esses Mestres faziam isso O DIA TODO. De 7h da manhã até 20h da noite. Todos os dias.  

Aprendizado número 2
Os cursos valeram, mas teriam sido ainda melhores se presenciais.

Ainda assim. Os cursos sofreram cortes significativos em sua ementa. Foram, nas palavras de quem os ministrou, cursos condensados e rápidos, focados em leituras essenciais e na passagem de chaves de leitura e conceitos fundadores das disciplinas.

Isso fez a jornada menos interessante? Claro que não. Deixou com a sensação de que o curso seria ainda mais instigante? Como tudo que deixamos para trás no mundo pré-Pandemia, a resposta é sim. Mas, vivemos como que temos. 

Aprendizado número 3
Um mundo plural e diverso. Além do que eu esperava

A pluralidade de perfis dos Mestrandos e Doutorandos é muito maior do que eu sequer imaginaria. Em meu processo de preparação conheci basicamente profissionais de comunicação. Acreditei, que essa prevalência me manteria na turma.

O que eu descobri na verdade é que eu conheci uma ínfima parte dos profissionais de comunicação que se prepararam para o processo seletivo. Mas, não os estudantes de cinema, não os desenvolvedores de games, não os músicos, não os professores universitários em busca de maior qualificação, não os professores de Yoga buscando outro tipo de iluminação. 

Entende porque este tipo de ambiente é tão atacado? É onde as ideias nascem. Onde a vida se mostra viável naquilo que tem de mais respeitoso à diferença de opinião? Quando se respeita a diversidade? Pois é. Não tem que mudar isso daí não, tá ok?

Aprendizado número 4
Mais do que nunca, o foco precisa ser o de uma maratona, uma jornada nova mas ainda assim única: a confecção de sua dissertação.

O que isso quer dizer na prática, é que todas as suas leituras, a escolha do que se aprofundar e o encaminhamento dos relatórios e trabalhos parciais (como esses que citei no começo desse episódio) devem trabalhar de forma sinérgica com o seu objetivo e projeto. 

O meu, embora em constante mutação, segue com alguma possibilidade de ser um NORTE viável. A produção independente de podcasts – ainda que seja possível derivar para modelos de negócios e custeio – , tem um campo de embate real, frente a chegada avassaladora de novos players, gigantes e oriundos de grandes grupos de comunicação. 

E é aqui que invoco a minha provável audiência em uma virada do programa. Se até agora falei sobre as razões do silêncio e uma rápida passada pelo transcorrer do primeiro semestres, é o momento de falar da culminância deste percurso inicial: os dois artigos que preciso produzir. 

É porque vou precisar da ajuda de vocês. Sem a qual diga-se de passagem, não só esse projeto sonoro aqui carece de função como a minha própria vida acadêmica entra em perigo. Calma eu explico.


Som, tecnologia e paisagens sonoras

A primeira câmara anecóica do mundo, em Harvard.
Fonte: https://portalacustica.info/primeira-sala-do-mundo-sem-eco/

Uma das descobertas mais recompensadoras desse primeiro semestre foi a matéria Som e Tecnologia, que basicamente cobriu os conceitos centrais do que chamamos de Estudos de Som.

Desde seus argumentos basilares, como a Paisagem Sonora de um autor canadense chamado Murray Schaffer, os pontos de tensão entre a perspectiva sonora em detrimento da visual, com a ajuda do trabalho de Jonathan Sterne, esse americano, até leituras mais recentes do fenômeno passando pela abordagem das materialidades, e de como a presença do som nos AFETA gerando novas maneiras de SENTIR a realidade. 

Em resumo: o som deve ser entendido não como uma realidade acústica intocada, mas como fonte e representação de uma série de tensões sócio-culturais e políticas que possibilitam determinado tipo de audição.

Um exemplo bem básico: virada do século XIX, massas de trabalhadores saindo do campo e indo para as cidades. Cacofonia sonora absoluta para ouvidos antes treinados apenas para o suave barulho de aguinha correndo nos rios do interior. 

Como preparar os ouvidos desse cidadão para que ele não enlouqueça? Treinando essa geração para até mesmo entender que a cacofonia existe. Daí, essa cacofonia se manifesta em gêneros musicais, mais tarde no aparecimento do cinema sonoro dentre tantas alterações. Para que o som se prevaleça é preciso que a audição seja preparada. Grossíssimo modo, tá?

Esse movimento circular entre AFETIVIDADE (aquilo que nos afeta) e novas SENSIBILIDADES (construídas a partir de tensionamentos sociais) é um dos pensamentos chave (mas não único, diga-se) recentes do Vinícius Pereira, titular da disciplina. E foi ele que encomendou como conclusão do curso, um artigo sobre uma das abordagens propostas em suas aulas. E qual foi a minha e como você, provável audiência entra nisso?

Como você faz para ouvir podcasts em velocidade acelerada?

Vamos lá. Embora não seja novidade em seus aspectos produtivos e até circulatórios enquanto mídia sonora, o podcast começou a se manifestar mais intensamente como objeto no campo dos estudos de som e comunicação a partir de 2014, naquela que é considerada sua segunda grande fase, muito em função da ascensão do formato de jornalismo narrativo, do true crime e de seu blockbuster inconteste, o podcast Serial, de Sarah Koenig. 

A partir daí, uma sucessão de acontecimentos se deu, com aquisições de plataformas e serviços de distribuição, entrada de novos produtores (alguns conectados à grandes grupos de mídia) e sucessivas consultas à sua audiência no sentido de mapear possíveis comportamentos recentes em seu processos de escuta e interação com o aspecto mais hipermidiático do formato. 

Se é possível conceber que o podcast recupera um espaço de escuta íntimo e focado na relação direta entre seus produtores e ouvintes – quase que a formação de paisagens sonoras particulares – ,  é também acertado entender que esse processo de escuta se dá muito em função de escolhas pessoais moldadas pela relação do ouvinte com seu aplicativo agregador de podcasts, como o Spotify, o PocketCasts, o da Apple Podcasts entre outros. 

A partir dessa premissa, o que estou propondo ao Vinícius é que gostaria de analisar os impactos do recurso de velocidade acelerada no consumo de podcasts sob o aporte teórico do estudo de materialidades de comunicação, da formação de novas sensorialidades.

OU SEJA: quero entender, até que ponto a percepção de mensagens pode ser alterada por essa prática? Ou, ainda, terá essa funcionalidade a capacidade de, com o tempo, alterar a própria forma de se produzir conteúdo sonoro para esse fim? Quais os recursos mais comuns nos aplicativos de mercado?  

Eu queria ouvir de você como se relaciona com isso.

Ouve podcasts no formato acelerado? Já fez isso com projeto mauromaral.com? Com outros? Para não deixar essas questões muito soltas, preparei um questionário rápido, com poucas perguntas, para você me ajudar a entender esse fenômeno.

Ele está no link desse post. Mas você pode acessar de maneira mais fácil, digitando aí mauroamaral.com/sometecnologia, tudo junto.


Rádio que se expande em um mundo de audiência finita

Uma das rádios piratas inglesas dos anos 60, uma das únicas formas de se ouvir Rock’n’Rool naquela época. Ouça a história completa aqui (em inglês)

Se o Vinícius Pereira e sua disciplina Som e Tecnologia foram uma surpresa e tanto, houve outra, que foi uma confirmação na verdade. Confirmação essa sobre a importância da Universidade Pública no contexto desse Brasil de 2020.

Mais uma vez, para e pensa aí, porque ela seria constantemente atacada? Em todos os governos? Falei lá em cima sobre a pluralidade de alunos, da troca de ideias e tudo mais. 

Mas tem outra: a proximidade com a referência em seu campo de estudo. Isso é verdade tanto para o Vinícius Pereira, sobre quem acabei de falar (grande parte do estudo das materialidades de comunicação contou com artigos seus selecionados em revistas e eventos nacionais e estrangeiros), quanto para o time que se reuniu para a segunda disciplina.

No curso Desafios nos Estudos Radiofônicos, o foco foi a evolução do rádio, seja em sua esfera pública (e toda a querela das concessões e outorgas), passando por seu lado hipermidiático, a ascensão dos podcasts e aportes metodológicos possíveis para o estudo de mídias sonoras. Legal, né?

Você nem imagina o quanto. Isso porque, corroborando o que falei sobre referência a uns minutos atrás, o curso foi ministrado por um quarteto absurdamente renomado: Marcelo Kischinhevsky, Debora Cristina Lopez, Suzy dos Santos com a participação também da Lena Benzecry, pós-doutoranda da ECO-UFRJ.

Kischinhevsky, na categoria de verbete vivo da história dos estudos de rádio nacional, é autor de um conceito com o qual você vai se deparar muito daqui pra frente no projeto mauroamaral.com, o “rádio expandido”.

A jornada que ele ajudou a desenhar deu conta de um trabalho monumental, o entendimento de toda a evolução do processo de circulação do rádio, do conceito de audiência finita para um dial infinito, entre outros.

Aliás, aqui Suzy dos Santos contribuiu com toda a leitura política do rádio, no que se refere ao coronelismo e outros desmandos locais nesse Brasil sem fim.

É claro que aqui apresentam recortes que me interessam, e não a totalidade do que foi apresentado. Ainda assim, Débora Lopez, por sua vez, tem como foco – ou pelo menos despertou meu interesse em…- seus trabalhos sobre o lado hipermidiático de podcasts e programas radiofônicos, principalmente no recorte de jornalismo narrativo e storytelling. 

No curso, contribuiu muuuito com a pesquisa que pretendo encarar, ao fazer uma costura metodológica atualizadíssima com um olhar especial sobre as funções da objeto sonoro como elemento central em tensionamentos tecnológicos e culturais (sim, tem conexão com a outra disciplina). Nos deu, basicamente, um framework de trabalho riquíssimo envolvendo inovação, big data, técnicas de abordagem do objeto para pesquisa.  

Spoiler: até pintou uma colaboração minha em seu grupo de estudo, que você pode ler aqui. E que pretendo transformar em episódio futuro por aqui também.

Lena, em sua duas participações, trouxe duas abordagens incríveis: a primeira, um estudo completo sobre o design relativo ao som, das partituras do início do século XX a vitrine dos podcasts e também sobre o processo de redesign de uma rádio universitária, no caso a da UFRJ.

Captou o que quero dizer? Você, na condição de recém-chegado de tudo, frente a frente com referências com LATTES que parecem que foram criados para testar a capacidade do seu mouse fazer um scroll infinito, tamanha a quantidade de publicações. Calcule o valor disso? Calcule o potencial que eles liberaram em cada um dos alunos (a turma era maior com mais de 20 integrantes sempre atentos) que participou do curso? Quantas ideias circularam entre nós e na cabeça de cada um?

Tanto por falar e tão poucos ouvidos para escutar. Como divulgar podcasts em 2020?

E foi a partir dessa noção de circulação de ideias que imaginei criar como trabalho final dessa disciplina, um artigo que analisa não a esfera produtiva do Podcast – hoje cada vez mais facilitada por ferramentas gratuitas e um imenso acervo de conhecimento produzido e disponível – mas o de sua circulação.

Explicando melhor: temos hoje uma camada de produção técnica simplificada e tendendo ao infinito disputando a mesma audiência que enfrenta crise de atenção constante, refletida na natureza das timelines movidas por algoritmos, nas bolhas de opinião e no constante enfraquecimento da credibilidade de plataformas que hoje atuam como um dos principais canais de distribuição.

É assentado sobre esse cenário que vemos surgir a pergunta central do artigo: como os produtores independentes de podcasts estão buscando oferecer à sua audiência novas formas de entrar em contato com o seu conteúdo? Que ferramental aqueles que querem ver seus programas crescer em meio a uma demanda que tende ao infinito estão utilizando?

Para isso, pretendo realizar um estudo exploratório inicial das formas de circulação do Podcast que transcendam ao feed, ao agregador ou às redes sociais. Formas outras que têm se apresentado como alternativas valiosas para disputar os minutos disponíveis de uma audiência cada vez mais fragmentada. 

São os audiogramas que trazem camadas de audiovisual para os perfis dos programas em redes sociais; é o versionamento para Youtube (que figura como uma das mais importantes plataformas secundárias para consumo de podcast) ou até mesmo a transmissão de gravações ao vivo; é a criação de narrativas paralelas suportadas por newsletter e uma série de outras ferramentas.

Como o próprio cenário descrito sugere, a abordagem não visa esgotar as possibilidades nem tão pouco dar conta das variações desse ferramental. É antes uma abordagem exploratória inicial do recorte da circulação dos podcasts no cenário de 2020. 

E é aqui que você, da minha provável audiência, pode me ajudar MAIS uma vez.

Estou conversando com os integrantes de uma das maiores comunidades online de produtores a PodcastersBR. Mas, quero ouvir você também. 

Aqui também tem outro questionário. Mas, não vou ser leviano: ele só faz sentido se você produz podcasts. Eu vou querer saber que ferramentas você tem utilizado e como essas ferramentas têm funcionado! Para me ajudar, é só acessar o questionário que estará disponível no link mauroamaral.com/desafiosradiofonicos, tudo junto e sem acento

Conto com a ajuda de vocês nos links que citei aí em cima. Eles estarão disponíveis no texto deste programa. Mas, repetindo:

Para me ajudar a entender como você consome podcasts em velocidade acelerada: mauroamaral.com/sometecnologia. E, você podcaster, para me contar como tem divulgado seus episódios mauroamaral.com/desafiosradiofonicos

Ué, não eram três os trabalhos finais?

Mas, calma, falei de 3 disciplinas certo? Qual seria a terceira? Metodologia em Pesquisa de Comunicação. Sobre ela, preciso revisar meu projeto. MAs, isso é coisa que não se faz sozinho, sabe? É quando entra a figura do orientador que, claro, junto com a professora titular da matéria, me deu algumas dicas de como fazê-lo.

Mas, sobre isso, vamos falar em outro programa. 


O projeto mauroamaral.com é a conexão direta entre o fluxo da minha consciência e os ouvidos da sua. Ele começa e termina nesse podcast, que funciona como um road-movie-podcast, registrando em seus episódios minha jornada no Mestrado de Tecnologias de Comunicação e Cultura no PPGCOM da UERJ, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 

Este programa em especial figura como um relatório final do meu primeiro semestre, pelo menos até o ponto em que comecei a desenvolver os artigos de conclusão das disciplinas. 

Para acompanhar os próximos episódios, ou dar uma olhada no que já produzi até aqui é só procurar por mauroamaral.com em qualquer agregador de podcast, assim como no site de mesmo nome, onde voc6´encontra todos os links para as minhas redes sociais (na verdade é bem fácil, é só procurar por mauroamaral.com em qualquer canto) 

Penso#22 produzido entre 03 de agosto de 2020 e a data de seu lançamento.

Links comentados neste episódio

  1. O que é o PPGCOM da UERJ
  2. “A Afinação do Mundo”, um livro pra você entender o pensamento do Murray Schaffer
  3. Entrevista – mais ou menos – recente do Jonathan Sterne onde ele discute o embate entre o visual e o sonoro na cultura ocidental
  4. Matéria da Wired sobre ouvir podcasts em velocidade acelerada
  5. O livro “Radio e Mídias Sociais: Mediações e interações radiofônicas em plataformas digitais de comunicação“, de Marcelo Kischinhevsky
  6. O site oficial do podcast Serial
  7. Link para questionário sobre Velocidade dos podcasts (Som e Tecnologia)
  8. Link para questionário sobre Formas de Circulação dos Podcast (Desafios Radiofônicos)

Sobre o autor

Mauro Amaral

Meu principal foco de atuação é a criação de projetos de conteúdo interessantes, divertidos e leves para marcas, organizações e produtos.

Em função desta opção, transito bem entre jornalismo, publicidade e entretenimento, pesquisando continuamente e filtrando ativamente as tendências do momento para aplicá-las no dia a dia dos meus clientes.

Construo, mantenho e estimulo equipes criativas há 10 anos; com especial predileção por identificar novos talentos e trabalhar potenciais multidisciplinares.

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